No computador nosso de cada dia há alguns softwares que são preciosas ferramentas para elaboração de uma aula:

internet

Trata-se aqui de aprender a lidar com eles para enriquecer as atividades escolares dos alunos.

Este workshop é ministrada em laboratório de informática para que os professores possam aprender de forma prática a manipular estes recursos tecnológicos.

Ótima atividade para compor o planejamento  !

Contrate : centrodestudos@centrodestudos.com.br

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Dia 28/05/2012 foi realizado em São Paulo o I Encontro Paulista sobre Judicialização das Relações Escolares. Compareceram 50 participantes entre mantenedores, diretores  e secretários escolares de colégios particulares de São Paulo, Santos, São Bernardo, São Roque, Ribeirão Preto, Sorocaba, Osasco e Diadema.

Abaixo drops das palestrsa por ordem de apresentação: Profa. Sônia Maria Aranha, Dra.Claudia Hakim e Dra Maria de Jesus Carvalho Lourenço:

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Hoje quero brindar o sucesso do I Encontro Paulista sobre Judicialização das Relações Escolares realizado em São Paulo, no Hotel Comfort, na Vergueiro. Participaram 50 pessoas de 23 colégios da capital,Sorocaba, Presidente Prudente, Santos, Osasco, Diadema, São Roque, São Bernardo do Campo e Ribeirão Preto.

Foi de fato um sucesso!

Os mantenedores, coordenadores, diretores e secretárias estavam muito receptivos e foi como se tivessem encontrado um amparo por sentirem muito sozinhos nessa batalha que é também manter uma escola.

A minha fala foi introdutória e fez um breve panorama do ocorreu nestes últimos meses. Eles precisavam saber a respeito do grupo Anistia para Crianças de 5 anos , criado, pela Letícia Kuhl , sobre o nosso abaixo assinado, sobre o movimento junto aos Ministério Público , sobre o encaminhamento do Dossiê para a UNESCO , sobre a reunião que ocorrerá no dia 30/05 no Supremo Tribunal Federal com o Ministro Ricardo Lewandowski . Além disso pincelei a necessidade que terão de (re)significar o projeto político/pedagógico da escola , tendo como foco o aluno passando para uma visão sistêmica de educação, abandonando a visão positivista/taylorista que insistem tanto em manter.

A Dra.Claudia Hakim brinlhantemente apresentou a hierarquia da legislação deixando claro que atos normativos na escala de importância estão no subterrâneo e,portanto, não podem valer acima das leis como tem ocorrido. Esclareceu o significado de mandado de segurança ; o significado de liminar e como cumpri-la; discorreu sobre a aceleração de estudos e tocou no assunto da superdotação, alertando-os também a respeito do que é preciso esperar daqui pra frente com relação as ações da Justiça no universo da escola.

A Dra.Maria Carvalho com igual brilhantismo esclareceu de forma didática complexos conceitos do direito, tais como, a teoria da culpa e do risco e apresentou aos presentes 9 casos de ações ganhas por pais, demonstrando que a escola deve ter a conduta do bom senso e da parceria.

A nossa convidada Leticia Kuhl abrilhantou o Encontro.

Da esquerda para direita Sônia Aranha, Maria Carvalho, Letícia Kuhl e Claudia Hakim

 

O público presente, muito receptivo, após as três palestras pode fazer perguntas para as palestrantes obtendo assim esclarecimentos mais individualizados.

De modo que conseguimos atingir nosso objetivo: trazer as escolas para a esfera de discussão enquanto parceiras, porque também se sentem desamparadas diante da judicialização das relações escolares.

Brindemos então: tin-tin!!

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Perguntei para a Dra. Claudia Hakim* se após o êxito do mandado de segurança e , portanto, a efetivação da matrícula no 1º ano do Ensino Fundamental, com 6 anos incompletos ou fora da data-corte na Ed.Infantil, os pais devem ficar preocupados com a possibilidade da criança ser obrigada a voltar para a série anterior em caso da ação ser julgada não favorável a ela. E se todos os anos terão que entrar com mandado  para garantir a matrícula.

Ela me respondeu o seguinte:

“Na teoria do processo civil, toda decisão é passível de ser modificada e, em tese, a criança deveria, sim, retroceder de série. Todo processo judicial implica em riscos. Mas, a minha prática e experiência, nesta área, tem me demonstrado que as decisões referentes às liminares e que permitem a matricula da criança seja no pré ou no primeiro ano acabam sendo ratificadas pelo Tribunal de Justiça e não são modificadas, até porque, depois que a criança começa a cursar a série, garantida pela matricula, cria-se um direito adquirido em favor dela.

O Tribunal de Justiça tem apresentado uma postura favorável a questão da progressão de série / pré / primeiro ano e sempre pensa no bem estar da criança, que favorecida por uma liminar, já encontra-se adaptada na série em que passa a cursar e seria prejudicada com um eventual retrocesso.

A preocupação dos pais tem sentido, mas, deverá ser vista com reservas, já que a prática tem indicado que estas decisões não costumam ser modificadas.

Também já ouvi que todo ano as crianças teriam que entrar com o mandado de segurança, mas, juridicamente acho estranha esta postura, pois, pelo menos, nos andados que impetrei, em seu final, eu peço que a decisão valha para as séries posteriores. Espero que a Secretaria da Educação não crie estas dificuldades para as crianças que foram beneficiadas com a liminar, para que sejam matriculadas, normalmente, nas séries posteriores.”

De modo que os pais e mães envolvidos nesses mandados de segurança terão que ficar atentos e lutar um pouco mais porque precisaria ser garantido a modificação da data –corte de 31/03 das Resoluções do CNE/CBE n.1/2010, n.6/2010 e n.7/2010 e a data corte 30/06 da Deliberação n.73/08 para que esse problema seja eliminado e não mais tenhamos que nos envolver com ações na justiça.

__________________________
* Dra.Claudia Hakim, impetrou 75 mandados de segurança para efetivar a matrícula de alunos . Leia a entrevista feita com ela aqui. Contato: Av.Pacaembu, 1976- São Paulo – fone: (11) 3511 3853 – (11) 9910 5070

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Um momento muito importante da escola é a elaboração da lista de material escolar porque, por um lado, precisamos praticar e ensinar o consumo responsável, e por outro, separar o  material do aluno com finalidade pedagógica do material administrativo e de inteira responsabilidade da instituição de ensino.

 Se a lista for mal elaborada poderá se foco de denúncia no Procon que nesta época do ano, infelizmente , recebe inúmeras queixas de pais que encontram muitos abusos nas listas de material escolar.

 Por isso , todo cuidado é pouco.

 Observemos 5 itens que não devem constar de lista de material escolar :

 1) Vetado grandes quantidades: Temos que nos perguntar (professores e gestores) se a quantidade pedida será necessariamente usada durante o ano letivo. O desperdício é proibido! E o consumo responsável deve ser estimulado. Nada de pedir 100 folhas de papel crepom e 50 lápis pretos.

2) Vetado pelo PROCON constar na lista de material escolar porque são produtos sem finalidade pedagógica: Álcool hidrogenado, Algodão ,Bolas de sopro ,Canetas para lousa , Copos descartáveis , Cordão , Creme dental , Disquetes, Elastex, Esponja para pratos , Estêncil a álcool e óleo, Fita para impressor, Fitas decorativas , Fitilhos , Giz branco e colorido , Grampeador , Grampos para grampeador , Lenços descartáveis , Medicamentos, Papel higiênico , Papel convite ,Papel ofício colorido, Papel ofício (230 x 330) ,Papel para impressoras, Papel para copiadoras , Papel de enrolar balas , Pegador de roupas , Plásticos para classificado , Pratos descartáveis, Sabonetes , Talheres descartáveis, TNT (tecidos não tecido) , Tonner.

3) Vetado pedir a compra de remédios: analgésicos e afins. Por que ? Porque a escola é proibida de ministrar remédios nos alunos e se a escola contar com ambulatório e serviço de um pediatra, ela deverá comprar esse medicamento e não pedir em lista de material escolar.

4) Vetado exigir a marca do produto: em geral a lista de material escolar indica a quantidade e a marca dos produtos , sublinhando que aquela é a única marca aceita. Isso é ilegal. O Código do Direito do Consumidor garante o direito à escolha .

5) Vetado indicar estabelecimento da compra: há muitas listas de material escolar que indicam o lugar exclusivo para a compra do material ou mesmo exige que os pais só comprem na própria escola. Isso é ilegal. O Código do Direito do Consumidor garante o direito à escolha . .

Tudo o que for pedido deve ser utilizado e se não for, devolvido para reuso, porque uma escola de qualidade tem que garantir a educação de um consumo sustentável ,começando pela lista de material escolar.

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A internet possui inúmeros recursos que podem e devem ser utilizados em sala de aula:

Trata-se aqui de aprender a lidar com eles para enriquecer as aulas.

Este workshop é ministrado no laboratório de informática para que os professores possam aprender de forma prática a manipular estes recursos tecnológicos.

Ótima atividade para compor o planejamento de janeiro!

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Apesar do advento da cibernética, da automação, das novas tecnologias de informação e telecomunicação ainda é corriqueiro a presença de escolas em nossa sociedade, cuja estrutura e funcionamento está baseada no modelo taloyrista de produção, caracterizado por: divisão do tempo, especialização e distinção estanque das atividades, trabalho regularmente prescrito, hierarquia das funções, das disciplinas, dos trâmites, normas de desempenho, controles padronizados, produção em massa de produtos em série.

Como é possível a escola continuar no século XX e a sociedade, isto é, os alunos em 2012 no século XXI interagindo no Youtube, com games, no Facebook, no Twitter, navegando pela internet, ipad, ao celular?

De que forma a escola deve se transformar em um centro de inovação do pensar, da prática de ensino e da busca do saber de acordo com o século XXI ?

A palestra A Escola como Centro de Inovação vai responder essas questões.

Contrate esta palestra para o seu planejamento escolar: centrodestudos@centrodestudos.com.br

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A palestra Projetos Interdisciplinares: quais os desafios?  visa oferecer elementos para compreender:

– que a interdisciplinariedade é um dos eixos organizadores da doutrina curricular expressa na LDB;

– que a interdisciplinariedade é uma proposta política/pedagógica que promove a integração entre as diferentes áreas do conhecimento, evitando a dicotomia entre: base nacional comum e parte diversificada;

– as exigências teóricas/práticas para um Projeto Interdisciplinar;

– que autonomia intelectual, criatividade, solução de problemas, análise e prospecção são competências desenvolvidas por meio de Projetos Interdisciplinares.

É uma palestra bem aceita pelos professores e tivemos a oportunidade de ministrá-la em diferentes redes de ensino público municipal , Campinas, Caconde, dentre outros e em algumas escolas particulares.

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O grande objetivo da pedagogia ecológica é construir um mundo sustentável a partir do conhecimento da natureza aliada a uma visão de mundo sistêmica cujos conceitos teia dinâmica de relações, multiplicidade, interconexão e probabilidade, são absolutamente importantes para fazer um contraponto com a nossa confortável visão de mundo mecanicista/newtoniana.

A pedagogia ecológica visa transformar tanto a organização espacial/temporal da escola, como também a organização curricular, hoje possível em função da Lei de Diretrizes e Base da Educação 93.94/96. Além de forjar eco-comportamentos necessários para dar sustentabilidade ao meio ambiente nestes próximos anos.

A palestra Pedagogia Ecológica: o caminho de uma educação para um mundo sustentável  possui o seguinte enfoque:

- A visão sistêmica e a teoria da complexidade de Edgard Morin;

– Construção de conceitos: rede, multiplicidade, não-linearidade;

-A problemática do aquecimento global, mudanças climáticas;

– Conceito de lugar – eco – casa – próximo/distante;

– Os princípios norteadores do projeto político/ecológico/pedagógico da escola;

– A estrutura física de uma escola ecologicamente correta;

– Estrutura e funcionamento de uma escola ecologicamente correta;

- Perfil dos profissionais para atuarem na Eco- Escola;

– Modelo de projeto político/ecológico/pedagógico da escola;

– Modelo de Regimento Escolar para uma escola ecológica;

– Aprendizagem por Projetos Inter/Multidisciplinares para uma escola ecológica.

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Convenhamos, o Outro nos assusta. Esse Outro que não é o Mesmo que Eu é uma grande incógnita. A diferença nos assombra. Mas é preciso compreendê-la em função da inclusão escolar , hoje uma exigência da legislação de ensino.

Quem é este aluno sentado diante de mim?

Quais são os seus desejos?

Quais são as suas preocupações e motivações?

E quem é este aluno que é surdo ou aquele que é cego que possui uma singularidade de ser no mundo?

A diferença provoca o bullying?

Tentar responder essas questões não é nada fácil, no entanto, tentaremos respondê-las abordando o conceito de diferença segundo Deleuze, Guattari, Foucault, Derrida e perseguindo o entendimento sobre o aluno contextualizado no século XXI, além de apresentar a pedagogia da diferença.

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