Há tramitando pela Câmara dos Deputados o Projeto de Lei de número 604/11 do Deputado Manoel Junior (PMDB-PB) que cria a política de prevenção à violência contra os profissionais do magistério públicos ou privados.

Abaixo segue um trecho:

“Art. 4º – As medidas preventivas, cautelares e punitivas serão aplicadas pelo Poder Público em suas diferentes esferas de atuação e consistirão em:
I – implantação de campanhas educativas que tenham por objetivo a prevenção e combate à violência física/moral e o constrangimento contra educadores;
II – afastamento temporário ou definitivo de sua unidade de ensino de aluno ou funcionário infrator, dependendo da gravidade do delito cometido;
III – transferência do aluno infrator para outra escola, caso as autoridades educacionais concluam pela impossibilidade de sua permanência na unidade de ensino;
IV – licença temporária do educador que esteja em situação de risco de suas atividades profissionais, enquanto perdurar a potencial ameaça, sem perda dos seus vencimentos;”

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17
mar

Recomendo o filme indiano Taare Zameen Par traduzido como Somos Todos Diferentes ou Como Estrelas na Terra – Toda Criança é Especial de 2007 .

Conta a história de um menino com dislexia e um professor sensível , inspirado e inspirador de uma prática de ensino específica para atender seu aluno.

É a história de um ensino distante das diferenças , com professores burocráticos e desalmados e a luta de uma criança de 8 anos que entende o mundo de uma forma diferente .

Conta ainda a história de pais esforçados, porém cegos diante da singularidade de seu filho, obedecendo as normas de uma sociedade competitiva e consumista de bens materiais.

É também a história de que uma andorinha faz o verão sim. Um professor, apenas um, salva seu aluno. Podemos sozinhos mudar uma trajetória, salvar do mundo uma criança.

Duração 2horas e 42 minutos. Filme indiano lindo e emocionante!

Preparem os lenços, porque muitas lágrimas certamente pularão de seus olhos.

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12
mar

Palestra de José Pacheco, da Escola da Ponte, proferida na Apeoesp em 2008

 

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12
mar

Professor

por Sônia R. Aranha às 14:12 em: Educação, Prática de Ensino

A base de qualquer conquista é um professor
A fonte da sabedoria, é um bom professor
A cada descobrimento, a cada invenção
Cada bom início, há um professor
Nos trilhos da ferrovias , um bom professor
No bisturi da cirurgia , um bom professor
No ladrilho da cerâmica,  no arranque do motor
Tudo o que se cria tem um bom professor
O sonho que se cumpre, um bom professor
Cada nova ideia , um bom professor
O que se aprende e o que se ensina, um bom professor
Uma lição de vida , uma lição de amor
Uma nota na partitura
Um projeto de arquitetura
Uma teoria
Tudo o que se ensina
Cada bom início
Tem um bom professor
Fonte: Todos pela Educação
www.todospelaeducacao.org.br

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Assisti no Vi o Mundo. Aplausos à professora Amanda Gurgel.

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É sabido que o trabalho escolar esgota. O esgotamento se dá porque é preciso atender inúmeras demandas e isso acaba atingindo em cheio o emocional e o físico do professorado. Portanto, é imperativo que os gestores escolares promovam em suas escolas momentos de paradas reflexivas e de motivação para que o trabalho possa fluir com melhor qualidade.

Abaixo transcrevo um texto da psicóloga Juliana T. Lemos e uma pequena parte de um trabalho realizado com professores na EMEF Oziel Alves Pereira:

Descrevo abaixo algumas das frases mais ouvidas no consultório:

“Estou aprisionado na rotina.

Não tenho vida própria. Estou esgotado, simplesmente exausto.

Sinto-me frustrado e desanimado.

Talvez eu não seja bom o suficiente.

Não faço nenhuma diferença.

Me sinto só.

Não posso mudar as coisas.”

 Muitas pessoas sentem-se assim no trabalho ou em casa, pessoas que buscam sucesso na nova realidade. A dor é pessoal e profunda. Você se identifica com algum destes comentários?

O propósito de nosso trabalho conduzirá, você e outros colaboradores de sua escola, da dor e frustração, à verdadeira realização, relevância e contribuição no novo panorama de nossos dias, não apenas no trabalho, mas na vida. O desenvolvimento de nosso projeto tem a finalidade de levar os participantes a encontrarem sua voz interior.

O primeiro passo é entender o problema que causa a dor. Grande parte do problema reside em um comportamento, que procede de um paradigma, uma visão incompleta ou falha que mina o sentimento de valor das pessoas e inibe seus talentos e potenciais. Será preciso romper com os antigos padrões de pensamentos e comportamentos. As pessoas escolhem um de dois caminhos, a maior parte delas escolhe o caminho mais amplo, bastante percorrido, rumo a mediocridade; o outro caminho conduz a grandeza e ao significado. O leque de possibilidades existentes em cada um destes caminhos é tão vasto quanto a diversidade de dons e personalidades encontradas na família humana.

Mas o contraste entre dois destinos é tão forte quanto o que existe entre a noite e o dia. O caminho em direção a grandeza faz com que as pessoas descubram a própria voz e inspirem outras a encontrar a delas.

 Bem no fundo de cada um de nós há o anseio de viver uma vida de grandeza e contribuição, de ser realmente importante e de fazer verdadeira diferença. Podemos duvidar de nós mesmos e da nossa capacidade de fazê-lo, mas todos nós temos o potencial dentro de si. É o direito nato da família humana. Nunca é tarde demais, não importa quanto tempo tenhamos seguido o caminho da mediocridade, sempre podemos escolher trocar a trajetória.

 Uma vez escolhido seguir o caminho menos percorrido, o percurso é o seguinte:

1. Descobrir sua voz interior, compreendendo sua verdadeira natureza, o que chamo de três maravilhosos presentes ou dons de nascença e desenvolver integralmente o tipo de inteligência ligado a cada uma das 4 partes de sua natureza.

2. Expressar sua voz interior cultivando as mais elevadas manifestações destes tipos de inteligência humana: visão, disciplina, paixão consciência.

Uma nova realidade, um novo desafio exigem uma nova resposta, um novo hábito. Sabendo-se que este se encontra na interseção do conhecimento, habilidade e vontade.

Assista um momento do Desenvolvimento Motivacional:

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Reproduzo aqui um texto muito oportuno que saiu no Observatório da Violência no site da Apeoesp http://apeoespsub.org.br/observatorio/abertura.html

          Violência, uma realidade da escola que precisamos mudar

Desde a década de 90, os professores têm enfrentado o crescimento da violência dentro das escolas. O que chamávamos de indisciplina passou repentinamente a ter um caráter de agressão.

Em 2006, a APEOESP e o Dieese realizaram uma pesquisa sobre a violência nas escolas, durante a realização do XXI Congresso Estadual do sindicato.  Entre os quase 700 professores que responderam a pesquisa, 96% admitiram que a agressão verbal é o tipo mais comum de violência dentro das escolas, seguido por 88,5% que apontaram os atos de vandalismo e por 82% que responderam ser o tipo mais comum a agressão física.

Nos últimos anos, as escolas ganharam as páginas policiais. Na apresentação do relatório da pesquisa sobre violência, a professora-doutora Flávia Schilling, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, afirma que a violência nas escolas não é uma fatalidade. “Um diagnóstico mais preciso e elaborado, com a participação de todos os envolvidos, certamente mostrará que, em torno dos fatos relatados, há o que fazer: assumir a responsabilidade pela educação das novas gerações é o grande desafio que temos neste país, que universalizou tão tardiamente esse direito.” Para a educadora, ainda, “há responsabilidade dos governantes, que cometem violência contra a escola quando deixam os prédios abandonados, quando mudam incessantemente as orientações de um trabalho gerando cansaço e insegurança, quando aceitam a desvalorização da profissão de professor”.

O objetivo deste trabalho de coleta de dados sobre a violência nas escolas é o de justamente elaboramos um diagnóstico mais preciso para que possamos apontar as causas da violência e tratarmos o problema como uma questão social, propondo soluções, e não como o faz o governo, que trata a questão como caso de polícia.

Como nos ensina a professora Flávia Schiling: “As palavras de ordem poderiam ser: explicite a que viemos, porque estamos trabalhando neste difícil ofício de ensinar, mostre que se trate de se apropriar de uma herança contraditória, porém que pode servir para a mudança das condições de nossas vidas. Estabeleça conexões, entre nós, entre nós e os alunos, entre o saber teórico e a vida prática, entre a escola e os parceiros do entorno. Não tema o debate, a participação, o envolvimento em um projeto comum, os coletivos.”

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29
jul

Tenho várias amigas da área educacional , algumas da minha idade, outras bem mais novas, mas independente da idade , a maioria lida muito mal com o computador: desconhecem o melhor uso de um editor de texto, como elaborar uma aula com slides, inserir e editar imagens, fazer um filminho dos desenhos de seus alunos, usar o Google Earth nas aulas de geografia.  Mal sabem utilizar os recursos de e-mail. Não sabem o que é um blog e muito menos como iniciar um. Enfim, não gostam de computador e de internet.

São minhas queridas amigas e profissionais com sólida formação teórico-prática, mas as tenho alertado que o mundo mudou e que hoje não é mais possível ignorar os recursos tecnológicos no exercício do magistério. Não haverá mercado de trabalho para o professor que não se adaptar aos novos tempos.

Para se ter uma idéia, a Agência Estado informou e o Uol divulgou que “ foi publicado hoje no Diário Oficial da União o Decreto 7.243, que regulamenta o Prouca (Programa Um Computador por Aluno) e o Recompe (Regime Especial de Aquisição de Computadores para uso Educacional). O Prouca está sendo implantado em diversos Estados brasileiros.

 Segundo o decreto, a aquisição dos equipamentos será realizada por meio de licitação pública. As definições, especificações e características técnicas mínimas dos equipamentos para o Prouca serão estabelecidas em ato conjunto dos ministros da Educação e da Fazenda, que poderá ainda determinar os valores mínimos e máximos alcançados pelo programa. O Ministério da Educação já adquiriu 150 mil laptops.

Para inclusão no Recompe, terão prioridade as soluções de software livre e de código aberto e sem custos de licenças, conforme as diretrizes das políticas educacionais do Ministério da Educação. O decreto prevê isenção de IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), PIS/Pasep e Cofins, Imposto de Importação e da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico para as empresas habilitadas pelo Recompe.

As empresas fornecedoras devem obedecer ao PPB (Processo Produtivo Básico) específico, detalhado no decreto, assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e os ministros Fernando Haddad (Educação), Miguel Jorge (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) e Sergio Machado Rezende (Ciência e Tecnologia).”

Esta é uma ótima iniciativa do Governo Federal. Alguns municípios do Estado de São Paulo, como Araras, já instalaram, em todas as salas de aula, a lousa digital e os alunos de algumas escolas particulares estão munidos de laptop.

Esta é uma realidade que não voltará atrás. Portanto, as escolas particulares que ainda estão no giz e lousa e com professores resistentes ao advento das novas tecnologias devem ficar atentas porque, certamente, o número de matrículas diminuirá.

É necessário, no entanto, que as escolas públicas e privadas promovam  formação continuada, no horário das reuniões pedagógicas, com foco nos softwares já disponíveis nos computadores (editor de texto, slide, projetos de imagem,planilhas, etc.) e em programas da internet Google Earth, Google Maps, captura de imagens gratuitas, blog, dentre outros, que os professores podem utilizar na elaboração de atividades escolares  enriquecendo, deste modo, sua  prática de ensino. Mas é muito importante que esta formação seja conduzida por profissional da área da educação e não o da área da informática para otimizar tempo e motivar para o estudo.

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