15
out

Professor

por Sônia R. Aranha às 18:10 em: Política Educacional

professormec

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06
out

CentrodEstudos e o EAD

por Sônia R. Aranha às 11:16 em: EAD, Educação, Formação

O Centro de Estudos Prospectivos de Educação e Cultura (aqui) lançou no ano 2.000, de forma pioneira,  plataforma de ensino a distância , cujo objetivo é o de contribuir com a formação continuada de profissionais de diferentes setores da nossa sociedade.

Naquela ocasião a internet engatinhava, o Google era ainda iniciante , o Youtube não existia e o CentrodEstudos (aqui) por intermédio de sua plataforma de EAD própria já oferecia cursos a distância para professores de todo o país.

Durante estes 15 anos o CentrodEstudos (aqui)  certificou inúmeros professores, advogados, arquitetos, engenheiros civis, pedagogos, dentre outros.

logoCentrodEstudos

Para atender com qualidade toda esta gama de profissionais o CentrodEstudos (aqui) desenvolveu uma metodologia de ensino que se apóia em uma visão pluralística e multifacetada do mundo. Como garantia de não se ter uma única verdade, os cursos buscam uma multiplicidade de métodos interpretativos, estilos de expressão, maneiras de pensar, conhecendo a pluralidade das linguagens.

Ao mesmo tempo, leva em consideração o modelo andragógico ao compreender o participante do curso enquanto agente ativo de seu próprio conhecimento construindo significados e definindo o seu próprio sentido e representação da realidade de acordo com suas experiências e vivências em diferentes contextos.

Veja os cursos disponíveis neste momento:

Área de Educação:

Cultivando as Virtudes nos primeiros anos de Escolarização

Judicialização das Relações Escolares: como evitar

A Escrita e a Leitura na Perspectiva Vygotskyana

Área da Construção Civil:

Arquitetura Acessível x Barreiras Arquitetônicas e Culturais

Eficiência Energética em Edificações – Ferramentas de Simulação

Redução do Consumo de Água em Edificações

Muro de Arrimo em Solo Reforçado: noções básicas

Terra Crua : especificações para projetar em painéis e blocos monolíticos

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Por Tadeu Rover da Revista Consultor Jurídico

A Vara do Juizado Especial Cível de Bragança Paulista condenou um aluno — maior de idade — a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil a uma professora, por ter jogado uma casca de banana nela. Além do dano moral, o aluno foi condenado por apresentar testemunhas que mentiram em juízo, caracterizando ligitância de má-fé.

justiça

Após ouvir diversas testemunhas, o juiz Juan Paulo Haye Biazevic afirmou que a conduta atingiu a autora em seus atributos mais importantes da personalidade, expondo-a ao ridículo em um ambiente no qual ela deve deter a autoridade necessária e suficiente para ensinar e educar.

“Em um momento histórico onde as ruas do país são tomadas por pessoas exigindo melhorias na educação, jovens esquecem que, além de direitos, eles também têm deveres. Não basta bradar por investimentos em educação se, na sala de aula, quem se dedica à tarefa de ensinar não é respeitado. Qualquer esforço do poder público para melhorar a educação do país cairá por terra se os alunos não estiverem dispostos a aprender. Grande parte da desmotivação dos professores, e isso, é óbvio, também deve ser atribuída à postura dos nossos jovens. Lamentavelmente prolifera no país uma cultura de que ser estudioso e esforçado não é digno de admiração, o que se admira é ser malandro e insolente”, complementa Biazevic.

Litigância de má-fé


O aluno havia alegado não ter tido a intenção de acertar a professora. Afirmou que brincava com um colega de jogar a casca no cesto de lixo, quando, acidentalmente, o material bateu no ventilador e se despedaçou. A tese foi reforçada por duas testemunhas.

Porém, a argumentação não foi aceita. “Não sei o que é mais risível. A conduta do réu de arremessar a casca na professora ou a conduta de suas testemunhas de tentar convencer um juiz de Direito de que pessoas, quando querem jogar cascas de banana em um cesto de lixo, arremessam-nas, antes, dois metros para o alto”, disse o juiz na sentença.

Além da indenização, o juiz condenou o aluno por litigância de má-fé por apresentar testemunhas que mentiram. Segundo o juiz, a conduta de levar pessoas a juízo para mentir caracteriza litigância de má-fé. Por isso, condenou o aluno ao pagamento de multa de 1% sobre o valor da causa e ao pagamento das custas, despesas e honorários, arbitrados em 20% do valor da condenação.

Juan Paulo Haye Biazevic determinou também a instauração de inquérito policial contra duas testemunhas apresentadas pelo aluno condenado por mentirem. “Ambas as testemunhas vieram a juízo para mentir e receberão as consequências previstas na legislação para essa conduta. Houve ato ilícito”, afirmou o juiz.

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Todo professor deveria ser como Rita Pierson.

Toda escola deveria contar com inúmeras Ritas Piersons em seu quadro docente.

Rita Pierson é o que minha mãe foi um dia: uma professora apaixonada pelo  ofício do magistério!

Rita Pierson sabe que o ensino/aprendizagem só podem ocorrer dentro de um relacionamento e de conexões de afeto  e de incentivo.

Não há como ensinar e aprender se falta empatia.

Um professor apaixonado que se torna um campeão para seu aluno é mais importante  do que qualquer método pedagógico porque fará a diferença.

Leiam a transcrição e assistam a palestra da professora Rita Pierson no TED.

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Por: Rita Pierson – Toda criança precisa de um campeão

Eu passei a minha vida toda na Escola,ou no caminho para a Escola, ou a falar do que acontece na Escola. Os meus pais eram ambos professores, os meus avós maternos eram professores, e nos últimos 40 anos, eu tenho feito o mesmo. E assim, é desnecessário dizer que ao longo destes anos tive a oportunidade de olhar para as reformas educativas de várias perspetivas. Algumas dessas reformas foram boas. Algumas delas não foram tão boas. E nós sabemos porque é que as crianças desistem da escola. Sabemos porque é que as crianças não aprendem. Ou é pobreza, falta de assiduidade, ou influências negativas. Nós sabemos porquê. Mas uma das coisas que nunca discutimos ou raramente discutimos é o valor e a importância da ligação humana, de relacionamentos.

James Comer diz que nenhuma aprendizagem significante pode ocorrer sem existir um forte relacionamento. George Washington Carver diz que toda a aprendizagem passa por entender os relacionamentos. Toda a gente nesta sala foi influenciado por um professor ou um adulto. Durante anos, tenho observado pessoas a ensinar. Assisti aos melhores e também a alguns dos piores.

Um dia, uma colega disse-me: “Não me pagam para eu gostar das crianças. “Pagam-me para ensinar uma lição. “As crianças devem aprendê-la. “Eu devo ensinar. Eles devem aprender. Caso encerrado.”

Bem, disse-lhe: “Sabes, as crianças não aprendem com pessoas de quem não gostam.”

(Risos) (Aplausos)

Ao que ela respondeu: “Isso é um disparate.”

E eu respondi-lhe: “Bem, querida, o teu ano letivo vai ser longo “e árduo.”

Desnecessário será dizer que foi. Algumas pessoas pensam que ou se é capaz de construir um relacionamento ou não. Eu penso que Stephen Covey tinha razão. Ele disse que se deve juntar algumas coisas simples, como, primeiro procurar compreender em vez de ser compreendido, coisas simples como pedir desculpa. Já pensaram sobre isto? Peçam desculpa a uma criança, elas entram em choque.

Uma vez dei uma lição sobre rácios. Eu não sou muito boa a Matemática, mas estava a trabalhar nisso. Voltei e consultei o Livro do Professor. E tinha ensinado mal a lição toda. (Risos)

Quando voltei à aula no dia seguinte, disse: “Olhem meninos, tenho que vos pedir desculpa. “Ensinei-vos mal a lição toda. “Sinto muito.”

Eles responderam:”Não há problema, Prof.ª Pierson. “A professora estava tão animada que a deixámos continuar.” (Risos) (Aplausos)

Eu tive turmas com um nível tão baixo, tão academicamente deficientes que chorei. Perguntava-me: “Como vou levar este grupo “em nove meses “de onde estão até onde precisam de estar?” E foi difícil. Foi terrivelmente duro. Como é que elevo a autoestima duma criança e o seu desempenho académico ao mesmo tempo?

Um ano ocorreu-me uma ideia brilhante. Disse a todos os meus alunos, “Vocês foram escolhidos para estar na minha turma “porque eu sou a melhor professora “e vocês os melhores alunos. “Eles juntaram-nos “para podermos mostrar a toda a gente como se faz.”

Um dos alunos disse: “A sério?” (Risos)

Eu respondi: “A sério. Temos que mostrar às outras turmas “como se faz, por isso, quando andarmos pelos corredores, “as pessoas vão reparar em nós, vocês não podem fazer barulho. “Devem apenas mostrar-se.” E disse-lhes para dizerem: “Eu sou alguém. “Eu era alguém quando entrei. “Serei uma pessoa melhor quando sair. “Eu sou poderoso e eu sou forte. “Eu mereço a educação que recebo. “Eu tenho coisas para fazer, “pessoas para impressionar, “e lugares a visitar.”

E eles disseram: “Sim!”

Se o disserem durante tempo suficiente começa a tornar-se parte de vocês.

E assim — (Aplausos) Dei-lhes um questionário com 20 perguntas, Um aluno falhou 18. Eu coloquei “+2″ no teste dele e desenhei um grande sorriso.

Ele perguntou-me: “Prof.ª. Pierson, isto é um Fraco?”

E eu respondi: “Sim.”

E ele disse: “Então porque pôs um sorriso?”

Eu disse: “Porque estás bem encaminhado. “Tiveste duas certas. Não as falhaste todas.” E disse: “E quando revirmos isto, “não farás melhor?”

E ele respondeu: “Sim, senhora, posso fazer melhor.”

Sabem, “-18″ suga-vos a vitalidade toda. “+2″ diz: “Não fui mau de todo.” (Risos) (Aplausos)

Durante anos, observei a minha mãe a usar o tempo pessoal para revisões, em visitas ao domicílio à tarde, a comprar pentes, escovas, manteiga de amendoim e biscoitos que punha na gaveta da secretária para crianças que precisavam de comer, e uma toalha, algum sabão para aquelas que não cheirassem tão bem. É difícil ensinar crianças que cheiram mal. E as crianças conseguem ser cruéis. E ela guardava essas coisas na secretária, e anos mais tarde, depois de se reformar, vi essas mesmas crianças a virem dizerem-lhe: “Sabe, Prof.ª. Walker, “a senhora fez a diferença na minha vida. “Fez com que as coisas resultassem comigo. “Fez-me sentir que eu era alguém, “quando eu sabia, lá no fundo, que não era. “E eu quero que veja no que me tornei.”

E quando a minha mãe morreu, há dois anos, aos 92, compareceram tantos ex-alunos no seu funeral, que os meus olhos se encheram de lágrimas, não por ela ter partido, mas por ela ter deixado um legado de relacionamentos que nunca poderiam desaparecer.

Podemos dispor-nos a ter mais relacionamentos? Absolutamente. Gostaremos de todas as nossas crianças? Claro que não. E vocês sabem que os miúdos mais difíceis nunca faltam. (Risos) Nunca. Não gostamos deles todos, mas os mais difíceis por alguma razão aparecem. São as ligações. São os relacionamentos. E ainda que não gostemos deles todos, o segredo é que eles nunca o percebam. Os professores tornam-se grandes atores e atrizes e vamos trabalhar quando não nos apetece, e ouvimos as políticas que não fazem sentido, e mesmo assim ensinamos. Mesmo assim ensinamos, porque é isso que fazemos.

Ensinar e aprender deve proporcionar alegria. Quão poderoso seria o nosso mundo se tivéssemos crianças sem medo de correr riscos, sem medo de pensar e que tivessem um herói? Cada criança merece um herói, um adulto que nunca desista deles, que perceba o poder das ligações, e que insista que eles se tornem no melhor que podem ser.

Este trabalho é duro? Acreditem que é. Oh Deus, acreditem que é. Mas não é impossível. Podemos fazê-lo. Somos educadores. Nascemos para fazer a diferença.

Muito obrigada.

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Por Luis Carlos de Freitas

Os BRICs ou seja, os países emergentes (China, Russia, India, Brasil) desaceleraram, ainda que não estejam mortos. Entre eles, a China é a rainha destes detendo reservas de 3.5 trilhões, de um total de 5 trilhões que os BRICs acumulam. Significa que todos os outros têm 1.5 trilhão, contra 3.5 da China. Apesar disso, os PIBs patinam.

A questão é: terá esta desaceleração efeitos sobre as políticas educacionais.

Creio que sim.

E elas podem ser pelo menos de dois tipos: se for um recuo passageiro, voltará a pressão por mão de obra e por mão de obra barata. Não havendo mais bolsões no Brasil a serem explorados, terão que aumentar a produtividade e isso exige mais “qualidade” da educação (leia-se maior número de formandos). Mais gente formada, menor salário médio.

Caso seja um ciclo mais longo de recuo, teremos outros dois possíveis desdobramentos: a) a pressão por mão de obra diminui e desacelera as políticas de reforma empresarial da educação; ou b) culpar-se-á a educação pela desaceleração econômica e a pressão sobre as políticas educacionais será maior ainda (até mesmo com o apoio das manifestações da rua). Creio que será este o caminho que seguirão os reformadores empresariais.

Recentemente o cálculo do IDH abriu esta discussão. O IDH brasileiro passou de 0,52 em 1980 para 0,73 em 2012. Alguns interpretam os resultados do nosso IDH como sendo puxado para baixo pela educação. Mas note, por outro lado, não podem deixar de admitir que historicamente o impacto da educação no IDH é um dos que mais avançou nas ultimas décadas, 128%. Passamos de 2,6 anos de estudo em 1980 para 7,2 anos de estudo em 2012 (ver matéria de Delfim Neto abaixo, no entanto). Se olhamos para o impacto do aumento da renda da população, outro componente do IDH, veremos que avançou bem menos, apenas 14%, ou seja, a renda per capita passou de 7.317 dólares (em 1980) para 10.152 dólares (em 2012) – e veja-se matéria abaixo sobre concentração de renda. Ora, como pode então o ítem que mais avançou ser responsável pela redução do IDH. O terceiro item da cesta é a longevidade, a qual avançou 23% de uma expectativa de  62,5 anos de vida para 73,8 anos.

Parece claro, portanto, que são renda e condições de vida que não avançaram e que estão segurando o IDH. Quem é responsável pela renda? Os empresários que pagam os salários. Mas é mais fácil culpar a educação, ocultando as reais causas.

Como dado complementar sabemos que as pontuações nos exames nacionais refletem nível socioeconômico e quem tem maior renda aprende, em geral, mais do que os que têm menor renda.

E finalmente, como alerta o economista Delfim Neto parece haver problemas com a própria estatística:

“O problema é que o IDH incorpora indicadores defasados para poder comparar a situação dos países (hoje, 187) com a plena disponibilidade dos elementos estatísticos necessários. Isso prejudicaria o Brasil, porque a qualidade e a disponibilidade de nossos dados são melhores. É o caso, por exemplo, dos números da educação: para “uniformizar” os dados dos 187 países, o IDH foi construído com os números de 2005, o que deixa de medir os substanciais progressos que vimos obtendo desde então.”

Estatísticas… cuidado com elas!

O impacto da renda não é desprezível. O IDH do Distrito Federal é o maior do país. Mas note:

“O DF apresentou o melhor índice do país nos dados divulgados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em conjunto com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro (FJP). O estudo da Codeplan revela que o componente que mais distancia o DF do restante do Brasil é a renda.”

Parece, portanto, que para melhorar o IDH seria de grande ajuda se o salário (e as condições de vida) da população melhorasse. A educação também agradeceria. Não vai bastar, mas os dados mostram que seria muito bem vinda.

Isso pode ser corroborado com o seguinte:

“Ainda que tenha evoluído neste ano, o IDH brasileiro despenca para 0,519 (desvalorização de 27,7%) quando são considerados indicadores que medem a desigualdade social.”

Parece claro que:

 “Alguns dados do IBGE revelam que o Brasil alcançou um aumento razoável nos indicadores sociais, porém não houve progresso na distribuição da renda, pois a minoria dos brasileiros possui altos salários e a maioria ganha pouco ou nada.”

Essa estória de culpar a educação pode se ampliar com a desaceleração agora dos BRICs. Este foi o caminho que os empresários seguiram nos Estados Unidos a partir da década de 80 quando a economia americana começou a desaquecer. Até hoje culpam a qualidade da educação pela queda da competividade americana na produção. Curiosamente, durante este tempo a educação foi posta sob ferrenho controle dos empresários, em especial através da Lei de Responsabilidade Educacional americana.

Portanto, não será estranho se a conversa aparecer por aqui também no momento em que um ciclo maior de desaceleração do Brasil se apresentar. Quando a economia acelera, somos culpados na área educacional por não fornecer mão de obra suficiente; quando ela desacelera somos culpados por ter diminuído a competitividade internacional.

Talvez se os economistas que estão atuando na área da educação voltassem a cuidar do seu pedaço, da economia, poderiam evitar o ciclo de desaceleração. De quebra, deixariam os educadores fazerem seu trabalho adequadamente.

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Prof.Dr.Luis Carlos de Freitas – professor da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, foi diretor da Faculdade de Educação/Unicamp. Blog Avaliação Educacional

 

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Por SECOM

São 1.570 vagas para professores das redes públicas de educação básica

Professores de matemática das redes públicas de educação básica, com curso de graduação, podem concorrer a 1.570 vagas do programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat), oferecido pelo governo federal. A quarta edição do exame recebe inscrições até 5 de julho, pela internet. As provas serão aplicadas em 31 de agosto próximo, e o curso começa em março de 2014.

 De acordo com o presidente do conselho gestor do Profmat, Marcelo Viana, o mestrado, com duração de 24 meses, prevê três períodos letivos por ano. Um de quatro meses, seguido de intervalo, e outro de mais quatro meses, além de um intensivo nas férias de verão. O formato, explica o coordenador, visa facilitar a vida dos educadores, uma vez que 80% dos mestrandos combinam o exercício da atividade docente com a pós-graduação.

 Na seleção deste ano, participam 59 instituições de educação superior federais e estaduais das cinco regiões do país que integram a Universidade Aberta do Brasil (UAB). Viana explica que 80% das vagas são reservadas a professores das redes públicas e 20% a educadores das redes particulares, recém-formados e licenciados de outras áreas do conhecimento. Professores em exercício no sistema público da educação básica podem pedir bolsa de estudos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação. A bolsa de mestrado para formação no Brasil é de R$ 1,5 mil por mês.

Exame - Ao fazer a inscrição, o candidato a vaga deve informar dados pessoais, da formação acadêmica e da atuação profissional e selecionar a instituição de educação superior e o polo nos quais pretende realizar o exame e fazer o mestrado. Conforme o edital, a prova, presencial, será aplicada no polo em que o candidato fizer a inscrição. Ela consta de 40 questões de múltipla escolha e avalia o domínio de conhecimentos numéricos, geométricos, de estatística e probabilidade, algébricos e algébrico-geométricos. O edital detalha o conteúdo a ser cobrado, as instituições de educação superior e os polos.

Como o mestrado profissional é totalmente gratuito, o educador assume o compromisso de continuar na rede pública na qual trabalha por cinco anos após a certificação.

A ficha de inscrição, o edital e o calendário do exame estão disponíveis na página do Profmat na internet.

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O CentrodEstudos está oferecendo o curso a distância Projetos Interdisciplinares na escola ministrado pela Profa.Sônia Maria Aranha

O curso a distância visa oferecer elementos para compreender:

- que a interdisciplinariedade é um dos eixos organizadores da doutrina curricular expressa na LDB;

- que a interdisciplinariedade é uma proposta política/pedagógica que promove a integração entre as diferentes áreas do conhecimento, evitando a dicotomia entre: base nacional comum e parte diversificada;

- as exigências teóricas/práticas para um Projeto Interdisciplinar;

- que autonomia intelectual, criatividade, solução de problemas, análise e prospecção são competências desenvolvidas por meio de Projetos Interdisciplinares.

É um  curso livre e a distância que apresenta uma proposta de trabalho pedagógico por intermédio de projetos interdisciplinares.

 Acreditamos que trabalhar em sala de aula com projetos e de forma interdisciplinar à luz de uma visão sistêmica é mais adequado para o atual momento histórico.

Conexão, multiplicidade, rede, interdependência, são conceitos que serão estudados neste curso a distância e que pertencem a proposta de trabalho por projetos interdisciplinares.

Seria uma contradição discutirmos interdisciplinaridade se o curso não buscasse, também ele, ser interdisciplinar. Por isso, vamos percorrer o caminho da física, da matemática, da gestão organizativa, da economia, da psicologia da aprendizagem e do desenvolvimento, da pedagogia, da legislação do ensino, da Internet, do cinema e da literatura.

Por intermédio da leitura dos diversos tipos de textos oriundos das diferentes áreas do conhecimento, vamos tentar compreender que estamos inseridos no epicentro de uma gigantesca mudança social, a qual deixa de lado, a cada dia que passa, a visão de mundo mecanicista da ciência cartesiana-newtoniana, em busca de novos paradigmas mais apropriados ao mundo globalmente interligado, no qual fenômenos biológicos, psicológicos, sociais e ambientais são todos interdependentes.

rizoma

O que será lido no curso :  A Escrita de Deus – conto de Jorge Luis Borges; Multiplicidade – conferência de Ítalo Calvino; dentre outros;

O que será assistido: O Ponto de Mutação de Bernt Capra; A ilha das Flores de Jorge Furtado, Milton Santos entrevista, dentre outros;

Teoria que será estudada: a do caos, fragmentos de Michel Foucault; pensamento e linguagem de Vygotsky.

Quem pode fazer o curso? Professores da Educação Básica, estudantes de pedagogia e das licenciaturas, pedagogos.

Quem ministra o curso? Profa. Sônia Maria Aranha

As inscrições estão abertas do dia 19/04/2013 até o 03/05/2013.

O curso a distância  inicia em 06/05/2013 e termina em 15/07/2013. Carga horária de 120 horas. Certificado enviado por e-mail ou pelo correio se for solicitado mediante taxa de correio.

Venha fazer parte deste círculo de estudos !

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30
dez

Professor sob pressão

por Sônia R. Aranha às 18:26 em: Educação, Escola Particular

Professor sob pressão : prevenção e enfrentamento da violência no ambiente de trabalho é um livro organizado pela professora Cecília Maria Martins Farias, coordenadora do Núcleo de Apoio ao Professor contra a Violência (NAP) e diretora do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Estado (Sinpro/RS).

Lançado no primeiro semestre de 2012  em Porto Alegre e em Caxias do Sul, o livro apresenta como os professores da rede privada do sul do país estão a enfrentar assédio moral, discriminação e ameaças.

Dados publicados pelo livro apontam que 83,2% dos professores que responderam a uma pesquisa espontânea do NAP, em 2007, acreditam que há a chamada “desconstituição” da sua autoridade em sala de aula. A pesquisa também mostra que esta exclusão de autoridade acontece por meio de agressões físicas e até, pela Internet. E para 37% dos docentes que responderam ao estudo, as direções das escolas são omissas e responsabilizam os próprios professores pela violência sofrida.

A obra que começou a ser compilada em 2007, conta com artigos da psicanalista e doutora em Educação Roséli Cabistani; Luciane Toss, advogada do Sinpro/RS; do juiz do Trabalho Rubens Fernando Clamer dos Santos Júnior; de membros da Associação Psicanalista de Porto Alegre (APPOA); da própria Cecília, entre outros.

Fonte: Leouve

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26
out

O que é ser professor?

por Sônia R. Aranha às 8:47 em: Educação

Por: Todos pela Educação

Neste mês do professor, que reflexão você faz sobre a sua profissão?

Sou um ser que tenho nas mãos o poder de mudar uma sociedade. Sou um formador de opinião e, juntamente com meus alunos, iremos deixar nossa marca neste mundo. Iremos fazer a diferença, somos seres únicos.
Ricardo Nóbrega Lopes, de Mombaça (CE)


Hoje, qual é o maior desafio da carreira de um professor?

Creio que um dos maiores desafios do professor hoje é ensinar um aluno desinteressado e sem motivação. Primeiro, o professor precisa falar sobre a importância da Educação para a vida do aluno, para depois ensinar outros conteúdos.
Maria Isabel Amphilo, de Sorocaba (SP)


Ser ouvido hoje em dia é o maior desafio que o professor enfrenta dentro da sala. A mídia que usamos (a nossa fala) não é mais interessante para os alunos que vivem na era digital.
Natalia Marinho, de Belo Horizonte (MG)


O maior desafio do professor hoje não é ensinar, pois isso ele faz com maestria. O maior desafio do professor é ser ouvido… Influência faz toda a diferença. Mestres: não desistam de seus pupilos…
Aline Marcelo Ferreira, Estrela d’Oeste (SP)


O desafio é se atualizar na carreira, ou seja, fazer cursos extras com o salário de professor.
Andréa Ramires, de Guarulhos (SP)


Eu acredito que o maior desafio está em inovar o nosso método e, principalmente, em despertar no aluno o prazer e o gosto de estar ali enquanto aluno.
Maria José Almeida, de Barra Santa Rosa (PB)


Cada região possui suas particularidades e, portanto, desafios a serem vencidos. Mas acredito que o maior deles está na terceirização da Educação, já que a família tem se eximido cada vez mais da responsabilidade de zelar pela boa formação de seus filhos, além da perda de referência do que é esta boa formação… Cada vez mais os professores são cobrados em áreas que não possuem formação (há de ser psicólogo, entender de casos médicos, ter habilidade e muitas vezes prestar serviço como assistente social) além, claro, de suas demais responsabilidades, que a cada ano aumentam burocraticamente.
Luciana Pena, de Campinas (SP)


O maior desafio para um professor de hoje é provar para a sociedade o valor do conhecimento. Atualmente os valores estão deturpados e o conhecimento e os desenvolvimentos sócio-cognitivo e afetivo têm perdido lugar para o consumismo e as atividades ilícitas.
Edilaine Renata Crepaldi Ribeiro, de Cambé (PR)


Qual é a melhor hora do seu dia como professor?

Quando atuava na Educação Infantil, era a hora da rodinha, o momento inicial das aulas, pois era a hora de conhecer mais o aluno e de explicar como seria toda a rotina da aula diariamente. Nesse momento, as crianças se emocionam, expressam-se à vontade, riem muito e também estreitam a relação com o professor. Hoje, atuando na universidade, considero a hora mais interessante o momento da avaliação, quando leio as anotações finais que eles colocaram no portfólio a respeito de cada aula e percebo o crescimento crítico e intelectual sobre as políticas educacionais na Educação. É muito gratificante!
Joelma Fernandes, de Boa Vista (RR)


Quando olho meus alunos e vejo seus olhos brilhando, demonstrando alegria com a minha presença.
Zezé Bruno, de Quissamã (RJ)


O melhor momento é aquele em que estamos aprendendo. Ser professor é estar sempre em aprendizado, pois o conhecimento deve gerar mudança.
Daniel Nogueira, de Campo Grande (MS)


Pra mim, o melhor momento é quando abro para as perguntas dos alunos. Nada como uma aula que suscita interação, inquietação, questionamentos…
Maria Genaina Reder, de São Pedro da Aldeia (RJ)


A melhor hora é quando vemos que conseguimos formar cidadãos críticos e autônomos, expressando sua opinião. É nessa hora que vejo que meu trabalho faz a diferença neste país!
Perla Oliveira Guimarães, de São Paulo (SP)


Quando sempre fico em dúvida em como será minha aula. Dá-se aí uma vontade de querer sempre mais e melhor.
Erick Souza, de Ribeirão Pires (SP)


Quando chego à escola e vou encontrando os sorrisos pelo caminho.
Elizete Coelho Pinheiro, de Vitória da Conquista (BA)


Quando entro nas salas e os alunos vêm me abraçar felizes porque a aula de história começou.
Karina de Figueiredo, de São Paulo (SP)


*Depoimentos editados pelo Todos Pela Educação

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15
out

Dia do Professor , dia de festejar!

por Sônia R. Aranha às 8:34 em: Educação

Sou professora.

Essencialmente professora.

Mesmo quando atuo na gestão de escola ou em consultoria, continuo sendo professora.

É uma paixão lidar com o conhecimento e ser uma ponte entre o conhecimento conquistado e aquele que quer ou precisa aprender, não importa se criança, adolescente ou adulto.

Esta minha paixão foi construída desde pequena pela minha mãe, uma alfabetizadora de primeira. Aquela ex-normalista que tinha loucura por livros. Por intermédio dela aprendi a gostar de ler e de escrever, entendi que o conhecimento liberta e é, ao mesmo tempo, uma grande arma política.

Na minha adolescência eu convivia com os amigos da minha mãe, todos professores que formavam uma turma: o Ronaldo professor de matemática, a Lucila professora de português, a Meire, a Vilma Loira, a Yolanda e a Terezinha professoras primárias,a Delza professora de filosofia da educação, enfim, eram muitos e todos de escolas públicas. Formavam uma grande família.

Não me lembro dos sobrenomes de cada um deles e infelizmente minha mãe não está mais aqui para lembrar-me destes detalhes. Mas lembro dos protestos que faziam nas ruas, da paixão pela profissão, da queda do poder aquisitivo de seus salários em função de uma política pública de pauperização do ensino público estadual de São Paulo que se perpetua nestes longos vinte anos.

Mas além da minha mãe, todas as minhas tias exerceram a profissão do magistério e antes delas meu tio bisavô Antonio Alves Aranha foi importante educador de Campinas, fundador da Escola Complementar Carlos Gomes em 1903 que se transformou em Escola Normal Carlos Gomes, o mesmo colégio que minha mãe estudou e formando-se professora.

Hoje homenageio todos eles: os professores da minha família, os professores amigos da minha mãe e que me ajudaram a ser o que sou , minhas amigas professoras e os meus professores de todos os tempos, afinal estudei dos quatro aos trinta e cinco anos com uma única e breve interrupção.

Mas hoje tenho uma homenagem em especial a fazer, para o  meu professor da pós-graduação da Unicamp e que esteve em minha banca de qualificação e de defesa , o Prof°.Dr.Milton José de Almeida que faleceu recentemente. Ele foi pra mim ô professor. Ele me apresentou aos grandes autores, tais como: Marguerite Duras, Dorothy Parker, Otácvio Paz, Ítalo Calvino, Jorge Luis Borges e muitos outros queridos escritores , além do Walter Benjamim, Elias Canetti e tanto outros que me abriram os olhos e,sobretudo, a cabeça.

Todo o meu agradecimento para o meu sempre professor Milton José de Almeida.

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