Jovens adultos que ingressam no serviço público, por intermédio de concurso, são empossados e depois ficam sabendo que o certificado de conclusão do ensino médio é inválido.

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Esta situação de horror é bastante frequente quando se trata de concurso para a Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Parece que são milhares de jovens adultos que optam pelo ensino a distância, efetuam a matrícula em um “pólo” (mas acham que é uma escola) em sua cidade do Estado de São Paulo, mas que na verdade não passa de uma tapeação, porque quando entregam o certificado este foi expedido por uma escola ou uma pseudo-escola do Estado do Rio de Janeiro. O desavisado, efetiva pagamento do valor do ensino, mas não recebe a documentação ou quando recebe esta não é válida no Estado de São Paulo.

A tapeação vai longe… o “pólo” às vezes entrega uma declaração e a publicação no Diário Oficial, mas não entrega o certificado ou o histórico escolar. Quando entregam o certificado, não consta o visto confere do SEEDUC (Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro) portanto, não são aceitos pela Polícia Militar do Estado de São Paulo ou outro órgão público que abriu o concurso.

O desespero bate porque mesmo atingindo os objetivos do concurso o jovem não pode ser empossado e quando é empossado, não pode ficar no emprego porque não tem o ensino médio.

É comum esta situação lamentável.

Trata-se de um golpe e com vítimas que ficam a ver navios.

O único modo de tentar resolver é via Justiça. Há jurisprudência, mas cada caso é um caso e como se diz “cada cabeça de juiz uma sentença.”

O jovem lesado pode buscar a Defensoria Pública ou pode constituir um advogado. Caso você se encaixe na segunda opção e quiser tentar, entre em contato centrodestudos@centrodestudos.com.br para que possamos lhe indicar um advogado que saiba como lidar com este tipo de caso, ok?

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