Passamos do meio do ano e em função disso a Direção Pedagógica , bem como o Mantenedor Escolar, precisam planejar  o ano letivo de 2017.

dicas

Abaixo cinco dicas para conquistar novos alunos:

1) Transparência: é a palavra de ordem do momento em função da Lei de acesso à Informação que traz para o país  o momento da transparência não tendo, portanto, sentido algum a escola esconder ou dificultar o acesso às informações.  Disponha no site da escola o Projeto Político/Pedagógico e o Regimento Escolar , bem como o Calendário de 2015. Lembrem-se que os pais tem o direito de saber qual é o projeto da escola , suas regras e crenças . Se não quiser inserir no site (o que é lamentável nos dias atuais) deixe uma cópia na secretaria da escola para que o pais quando solicitarem tenham acesso fácil e sem nenhum tipo de restrição.

Direitos e Deveres do Aluno : A transparência deve também ser plena junto ao aluno que quer ingressar em sua escola. Na primeira entrevista apresente para ele quais são os deveres e direitos que ele terá em sua escola. Vale a pena investir em uma cartilha ilustrativa , tipo história em quadrinhos, por ser mais didática do que um rol de incisos de um artigo do Regimento Escolar, porém não tendo, apresente o Regimento e leia junto com o aluno ingressante quais são as expectativas da escola em relação a ele e de cara crie um pacto de confiança mútua.

Acesso a escola : deixe os pais visitantes conhecer a escola participando do recreio , por exemplo. Convide-os a participar de alguma festividade ou aula da série que estão pretendendo efetivar a matrícula.

2) Inclusão:  hoje em dia uma escola não inclusiva é vista com desconfiança, por isso deixe claro a sua política de inclusão sempre à luz da lei federal n.13.146/2015. Lembre-se que inclusão envolve desde alunos surdos ou cegos, cadeirantes, síndrome de dow e até os que forem diagnosticados com TDAH , D.A. ou dislexia , como também, os superdotados. Portanto, se a escola ainda não se posicionou a respeito está mais do que na hora de sentar com o corpo docente e traçar os procedimentos para atender as diversas diferenças. É preciso contar com auxiliares em sala, aulas de reforço, planos de trabalhos exclusivos de modo que o orçamento da escola precisa ser alterado e agora é a hora de fazer isso para que estes custos possam compor a anuidade do próximo ano;

3) (Re) significar o Projeto Político/Pedagógico:  o momento é propício para olhar novamente para o seu PPP e ajustá-lo aos novos tempos.  O que está de acordo com o momento atual ? Fica.  O que está obsoleto? Sai. O que é necessário introduzir? Introduza. Sabemos que escola queremos?  Não deixe de lembrar que mesmo que a sua escola tenha 40 anos  ela precisa parar e refletir sobre si mesma para que ocorra renovação.Alerta para a Resolução CNE/CBE n.07/2010.

4) Satisfação dos Alunos e Pais:  atender a satisfação dos alunos e pais é o objetivo de uma escola particular. O que seus alunos desejam? O que seus pais desejam? Para saber é preciso perguntar e não é preciso ter receio porque os pais ficam muito agradecidos quando a escola se propõe a escutá-los . De modo que para conquistar novos alunos é preciso saber o que os atuais pensam da escola e por intermédio das queixas, sugestões e elogios é possível corrigir o que é necessário e atingir um nível de satisfação que atrai mais alunos.

5) Professor :  é o coração da escola. Quando um pai visita uma escola ele quer saber sobre a formação dos professores. Por isso  se sua escola contar com professores com títulos de mestre e/ou especialização, conferidos por  boas universidades do país certamente trará tranquilidade aos  os pais que pretendem efetivar a matrícula em sua escola.  Na maioria das vezes a equação Boa formação Inicial + Formação Contínua de Qualidade = Bom Desempenho Profissional . Portanto, a conquista de alunos novos depende do quadro docente que você formou e manteve até o momento. Evite trocas periódicas de professores , por exemplo, todo o final do ano dispensar uma leva de professores. Esse procedimento confere a escola um belo ponto negativo   porque demonstra que os dirigentes não sabem contratar ou não sabem gerenciar as relações de trabalho. Evite ainda trocar o professor no meio do ano por qualquer conflito. Um projeto pedagógico sólido é construído coletivamente e demora pelo menos 5 anos de maturação com o mesmo corpo docente.  Escolas que possuem uma equipe mais estável tem muito mais chances de sucesso , além de gerar muita segurança e estabilidade junto ao corpo docente, reverberando nos alunos e seus pais. Crie uma política de valorização do professor e isso agregará para a sua escola muito mais valor.

Leia também:

Cinco Dicas para Escolher uma Escola Particular para o seu Filho

Tags: , , , , ,

Comentários (4)



12
ago

Conhecer alguém diferente é uma grande oportunidade para viver uma experiência valiosa.

Diga sim a inclusão.

Tags: ,

Comentário



Fonte: Senado Notícias

O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (10), por unanimidade, o projeto de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) criando a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Como já passou pela Câmara, a proposta segue agora para sanção presidencial.

Conhecido como Estatuto da Pessoa com Deficiência, o projeto (SCD 4/2015) teve como relator o senador Romário (PSB-RJ). Romário é pai de uma garota com síndrome de Down, Ivy. Emocionado, o senador resumiu o significado da aprovação do projeto:

– Hoje é um dia mais que especial não só para esta Casa, não só para um pai com uma filha que tem uma deficiência, mas para o nosso país. Acredito que nós vamos ter a oportunidade de, definitivamente, ajudar a melhorar a qualidade de vida de mais ou menos 50 milhões de pessoas, fora os seus familiares – disse.

Romário recordou a luta histórica das pessoas com deficiência que, segundo ele, foi marcada pela incompreensão e preconceito desde o Brasil Colônia. O senador se disse honrado de apresentar a relatoria da proposta e disse ter plena consciência de que o texto, apesar de resgatar a dignidade dessas pessoas e corrigir uma injustiça histórica, não esgota o assunto.

– Hoje é a chance da gente se redimir de tudo de ruim e negativo que vem acontecendo com essas pessoas, mas novos projetos ainda serão apresentados para aprimorar a proposta e contemplar de forma mais adequada determinados segmentos da sociedade – explicou.

O senador Paulo Paim homenageou todos os relatores e aqueles que trabalharam diretamente na aprovação da proposta que, segundo ele, permaneceu em debate por mais de 20 anos. O senador, que disse ter tido um aprendizado único ao conviver com sua irmã cega, afirmou que, de todos os projetos, esse é o de que ele sente mais orgulho.

– Se há um projeto, dos mil que apresentei, que tenho maior orgulho de ter participado da votação é o Estatuto da Pessoa com Deficiência – disse.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, afirmou que o Brasil vem dando passos importantes na adoção de políticas públicas voltadas para a inclusão das pessoas com deficiência e ressaltou o protagonismo do Senado na evolução dessa matéria no país.

– Uma vez mais esta Casa dirige seus esforços na construção de uma sociedade mais justa, fraterna, solidária e igualitária – comemorou.

Solidariedade

Os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Fátima Bezerra (PT-RN), Omar Aziz (PSD-AM), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Ronaldo Caiado (DEM-GO) subiram a tribuna para expressar a felicidade de votarem uma proposta tão importante para milhões de brasileiros.

Caiado destacou que o projeto é o mais inclusivo e moderno já redigido para atender pessoas com deficiência. Já Valadares ressaltou que a aprovação da proposta reafirma o espírito de solidariedade do Congresso e da sociedade brasileira “em torno de pessoas que merecem o respeito de todos”.

Estava presente na votação, que teve tradução em libras, a relatora do projeto na Câmara dos Deputados, deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP).

Inclusão social

A proposta prevê uma série de garantias e direitos às pessoas deficientes. Pelo texto, fica classificada como “pessoa com deficiência” aquela que tem impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, que podem obstruir a sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.

A tônica do projeto, com mais de 100 artigos, é a previsão do direito de as pessoas com deficiência serem incluídas na vida social nas mais diversas esferas por meio de garantias básicas de acesso, a serem concretizadas por meio de políticas públicas ou de iniciativas a cargo das empresas.

Um dos pontos é o direito ao auxílio-inclusão para a pessoa com deficiência moderada ou grave. Terá direito ao auxílio quem já recebe o benefício de prestação continuada previsto no Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que venha a exercer atividade remunerada que a enquadre como segurado obrigatório da Previdência Social.

O FGTS também poderá ser utilizado na aquisição de órteses e próteses.

O texto aprovado proíbe expressamente instituições de ensino privadas de cobrarem mais de alunos deficientes, além de as obrigarem a reservar no mínimo 10% das vagas nos processos seletivos de ensino superior e de formação técnica.

Na área da saúde, proíbe os planos de praticarem qualquer tipo de discriminação à pessoa em razão de sua deficiência.

Os teatros, cinemas, auditórios e estádios passam a ser obrigados a reservar espaços e assentos adaptados. Na área do turismo, os hotéis também deverão oferecer uma cota de 10% de dormitórios acessíveis.

Garante-se, finalmente, o recebimento, mediante solicitação, de boletos, contas, extratos e cobranças em formato acessível.

Cotas

O texto aprovado estabelece que empresas com 50 a 99 empregados terão de reservar pelo menos uma vaga para pessoas deficientes ou reabilitadas. Atualmente, as cotas devem ser aplicadas pelas empresas com mais de 100 empregados. Os percentuais continuarão variando entre 2% e 5% do total das vagas. As empresas terão três anos para se adaptarem.

Para estimular a contratação de deficientes, a proposta muda a Lei de Licitações (8.666/1993) de maneira a permitir o uso de margens de preferência para as empresas que comprovem o cumprimento da reserva de vagas.

O projeto determina ainda que somente a contratação direta será levada em conta, excluído o aprendiz com deficiência de que trata a Lei da Aprendizagem.

Cadastro

O texto também cria o Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência com a finalidade de coletar e processar informações destinadas à formulação, gestão, monitoramento e avaliação das políticas públicas para as pessoas com deficiência e para a realização de estudos e pesquisas.

Prioridades

Várias prioridades passam a ser garantidas às pessoas com deficiência, como na tramitação processual, recebimento de precatórios, restituição do Imposto de Renda, além de serviços de proteção e socorro.

O texto estabelece as seguintes cotas mínimas para deficientes:

3% de unidades habitacionais em programas públicos ou subsidiados com recursos públicos;
2% das vagas em estacionamentos;
10% dos carros das frotas de táxi;
10% das outorgas de táxi;
5% dos carros de autoescolas e de locadoras de automóveis deverão estar adaptados para motoristas com deficiência;
10% dos computadores de lan houses deverão ter recursos de acessibilidade para pessoa com deficiência visual.

Tags: ,

Comentário



13
abr

Tags: , ,

Comentário



TV Justiça fez a reportagem abaixo.

1959776_635015459904551_997418855_n

Assistam.

Tags: , , ,

Comentário



Um programa na TVT muito interessante a respeito da obrigação da escola em aceitar a matrícula das crianças com necessidades educacionais especiais.

A obrigatoriedade da inclusão é um dos assuntos que serão abordados sob o prisma jurídico no II Encontro Paulista sobre Judicialização das Relações Escolares.

A lei nº 7.853, de 1999, pela inclusão social e a favor da diversidade passou a obrigar a aceitação de crianças com deficiência em classes regulares. Graças a essa medida o número de crianças e adolescentes matriculados aumentou significativamente. Em 2001 era 81 mil, em 2009 já eram 386 mil. A proporção de pessoas com deficiência é de 8 a 10% do total da população.

Assistam este programa!

Tags: , ,

Comentários (6)



Abaixo segue um recado da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão em 2004.

Aos pais de crianças ou adolescentes sem  deficiência ou qualquer outra necessidade especial  in Acesso aos Alunos com Deficiência às Escolas e Classes Comuns Regulares  (p.50)

love

A proposta educacional inclusiva é aquela que considera TODAS as crianças e TODOS os adolescentes como titulares do direito à educação, sem discriminações.

Ao contrário do que ainda alguns pensam, o fato de educandos com e sem deficiência passarem a frequentar a mesma turma escolar em nada prejudica a qualidade do ensino. As alterações necessárias nas práticas de avaliação e de ensino vão gerar uma escola de melhor qualidade do que a atual.

Vale a pena destacar que crianças com deficiência mental aprendem com mais dificuldade os conteúdos escolares, de acordo com os limites de seu raciocínio abstrato, podendo, no entanto, assimilar conhecimentos mais complexos, quando eles se apresentam a partir de situações e de objetos concretos. Os alunos sem deficiência mental aprendem mais rapidamente esses conteúdos,
pois têm menos limites em seu raciocínio abstrato, mas também têm algumas possibilidades intelectuais limitadas e, sem as situações e exemplos concretos, acabam esquecendo rapidamente o que aprenderam.

Quando o ensino não é compatível com a capacidade que qualquer aluno tem de entender o conteúdo escolar, este perde o sentido e é esquecido rapidamente. Muitos de nós não nos esquecemos dos nomes: tangente, coseno, dígrafos, onomatopéias etc, mas dificilmente nos lembramos para que servem e como são calculados. Se tivéssemos contado com casos concretos para a compreensão dos temas, o esquecimento não teria vindo tão facilmente.

Uma escola que reconhece e valoriza as diferenças presentes em suas salas de aula, trabalha com os conteúdos curriculares de modo que possam ser aprendidos de acordo com a capacidade de cada um. Isso não significa que os professores têm de ensinar individualmente ou adaptar currículos para este ou aquele aluno, afinal, a escola não ensina um por um, mas coletivamente.

O aluno com deficiência mental e/ou dificuldades de aprendizagem aprende quando o professor acata o modo pelo qual ele aborda e responde às atividades que lhe são propostas. O aluno sem deficiência mental, por sua vez, não só vai continuar aprendendo aquilo que aprenderia, mas vai ter melhores ocasiões de apreender, ou seja, de reter aquilo que lhe foi ensinado, ainda mais se puder trabalhar em grupo e compartilhar o aprendizado ensinando os seus colegas de turma.

Uma escola assim pautada e que permita uma convivência com essa consciência da diversidade, possibilitará um preparo para a cidadania e um desenvolvimento humano muito maior para TODOS.

Tags: , ,

Comentário



Queridos leitores,

Escrevi um post intitulado A inclusão dos alunos com necessidades especiais é irreversível.

Este post saiu no Jornal GGN cujo editor é o jornalista Luis Nassif.

Aqui o link para lerem na fonte, caso queiram: http://jornalggn.com.br/noticia/a-inclusao-dos-alunos-com-necessidades-especiais-e-irreversivel

A inclusão dos alunos com necessidades especiais é irreversível

Luis Nassif, que assunto espinhoso é esse!

Mas suas informações e análises são claras e precisas e precisam ser divulgadas.

A inclusão é irreversível, as pesquisas apontam que as crianças são favorecidas quando inseridas em cursos regulares e minha experiência enquanto diretora de escola que fui também diz que sim. Há a plasticidade do cérebro que, na interação com o Outro, levando a mediação dos conhecimentos, provocam o desenvolvimento e os avanços.

É fácil o trabalho pedagógico? É fácil atender a acessibilidade do espaço físico para todos, a convivência com o diferente?

Não. Não é.

Mas estamos na escola para estudar, pesquisar e encontrar soluções para uma aprendizagem personalizada, porque cada criança é uma e possui a sua especificidade.

Conto-lhe, a título de exemplo, que recebi um aluno na escola para matricula, em 2001 com 11 anos, sem nunca ter estudado em escola regular, vindo da Pestalozzi, com diagnóstico de lesão cerebral moderada e segundo a mãe, quando no ato da matrícula, seu comprometimento era restrito a coordenação motora dos membros superiores e inferiores. Dedos com pouca articulação, pernas sem articulação, enfim… Estávamos em 2001 e a questão da inclusão e a questão da acessibilidade ainda estavam engatinhando.

Primeiro movimento que tivemos era o de dar condições para que ele pudesse se deslocar no espaço, pois não dobrava o joelho para subir degraus, quanto mais escadas.

Fizemos rampas, barras de apoio nos banheiros, enfim… adequamos o espaço.

Ele foi matriculado na antiga 1ª série do ensino fundamental de 8 anos. Durante o processo de ensino/aprendizagem percebemos que havia um comprometimento cognitivo. Pouco falava e sua idade mental era de 5 anos, pois não conservava quantidades, volumes , dentre outros.

Um ano ficamos analisando, pesquisando e trocando informações com outros profissionais. Neste primeiro ano ele sequer aprendeu o traçado das letras, porque havia o comprometimento da coordenação fina.. de modo que pegar em um lápis era muito difícil quanto mais escrever com ele. Números nem pensar.

E o que fazer?

Percebemos que ele gostava das aulas de informática e daí veio-me uma luz: a de alfabetizá-lo com o teclado do computador em detrimento do lápis e do caderno. O teclado facilitava e muito porque com apenas um toque ele conseguia escrever de forma legível.

Assim ele seguiu para o 2º ano, laptop não era de uso comum, de modo que tivemos que deslocar um computador para sala de aula para que fosse o seu material didático. E o professor adaptou o Plano de Trabalho do ano para a especificidade dele. Isto significa dizer que os conteúdos programáticos eram dados de forma geral, mas para ele a exigência estava dentro de sua capacidade real.

Então, o ensino é junto com todos os demais, mas sem apagar a diferença, porque ele tinha uma especificidade dada pela lesão cerebral. Por alguns anos foi atendido pela Pestalozzi no contra-turno, mas depois não houve mais necessidade deste atendimento.

Todos os anos ele foi promovido porque avançava dentro dos objetivos que foram traçados de modo específico para ele. E assim ele chegou até a 8a série,concluindo o ensino fundamental com 19 anos e seguindo para o Ensino Médio.

Era irreconhecível após os 9 anos de estudo de forma integrada com os demais alunos, pois o avanço do desenvolvimento intelectual, motor e afetivo eram notórios, propiciados pela aprendizagem. Segundo Vygotsky o aprendizado, mediado pelo Outro, alavanca o desenvolvimento. É um fato.

E ele não foi um caso isolado nesta escola que postulava a inclusão. Uma escola particular, mas com parcos recursos, atendendo pais da classe trabalhadora.

Família, escola e outros profissionais podem promover avanços em escolas regulares, é possível. O que não exclui a participação das outras instituições como APAes que devem e podem orientar as escolas regulares, assumindo o contra-turno, com vistas inclusive ao convívio social , e no atendimento dos casos impossíveis de serem bem assistidos na instituição de ensino regular. Penso que deste modo atingiremos um avanço enorme, assim como reconheceu D. Jô.

De maneira que concordo plenamente com a sua rica explanação.

Tags: , , ,

Comentário (1)



09
out

A escola pública inclusiva é uma realidade e promove novos desafios para todos os educadores, isto é, para todos os profissionais que trabalham na escola.

Assista :

Tags: , ,

Comentários (2)



21
set

A diferença faz o mundo avançar!

por Sônia R. Aranha às 20:08 em: Educação

 
 
Devemos ensinar a nossos alunos que diferença e diversidade são importantíssimas para alavancar avanços no mundo, tanto no que diz respeito ao mundo das coisas, quanto ao das humanidades.

Assista e espalhe:

Tags: , , ,

Comentários (4)



Page 1 of 212



  • Veja Também


    Meta