No computador nosso de cada dia há alguns softwares que são preciosas ferramentas para elaboração de uma aula:

internet

Trata-se aqui de aprender a lidar com eles para enriquecer as atividades escolares dos alunos.

Este workshop é ministrada em laboratório de informática para que os professores possam aprender de forma prática a manipular estes recursos tecnológicos.

Ótima atividade para compor o planejamento  !

Contrate : centrodestudos@centrodestudos.com.br

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O CentrodEstudos é pioneiro em oferecer cursos continuada de formação para professores, pois criou em 2.000 uma plataforma de EAD desenhada para atender os profissionais da área de educação.

De lá para cá chegamos a certificar milhares de professores de todos os cantos do país: de Macabá , no Maranhão, a Pelotas no Rio Grande do Sul e sempre com muita aceitação por parte dos professores.

Os cursos de formação continuada contam com duas modalidades: semi-presencial ou totalmente a distância.

O semi-presencial é viável apenas para uma distância de 100k de Campinas, local do CentrodEstudos, mas a  experiência com semi-presencial tem sido muito eficaz, porque há os encontros quinzenais com os professores na própria escola com carga horária de 15 horas e o restante das horas realizadas em casa completando  60 horas de curso.

laptopprofessora

As escolas públicas municipais  estão investindo em cursos de formação continuada e a cada dia capacitando mais e mais seus professores  e encontrando, tanto na modalidade semi-presencial,  como no ambiente virtual de aprendizagem oferecido pelo CentrodEstudos, aliados para elevar o baixo índice do Ideb de suas unidades de ensino.

Já os cursos de formação continuada realizados totalmente a distância são foco da iniciativa individual de professores que arcam com o investimento de tempo e dinheiro na tentativa de melhorarem o próprio desempenho profissional.

São muitos os professores que de forma pioneira  também utilizam a ferramenta do EAD desde 2.000, portanto, a mais de uma década, muito antes dos governos forjarem políticas neste sentido.

Ambiente virtual de aprendizagem deve fazer parte de cursos de formação continuada na modalidade presencial , semi-prensencial ou totalmente a distância porque é um recurso indispensável na construção de novos conhecimentos pedagógicos e na reflexão sobre o fazer na escola.

Conheça o AVA do CentrodEstudos www.centrodestudos.com.br

Conheça os cursos de formação continuada para a área de educação:

A Escrita e a Leitura na Perspectiva Vygotskyana

O Projeto Interdisciplinar na escola

Cultivando as Virtudes nos primeiros anos da escolarização

Entre em contato: centrodestudos@centrodestudos.com.br

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A internet possui inúmeros recursos que podem e devem ser utilizados em sala de aula:

Trata-se aqui de aprender a lidar com eles para enriquecer as aulas.

Este workshop é ministrado no laboratório de informática para que os professores possam aprender de forma prática a manipular estes recursos tecnológicos.

Ótima atividade para compor o planejamento de janeiro!

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Apesar do advento da cibernética, da automação, das novas tecnologias de informação e telecomunicação ainda é corriqueiro a presença de escolas em nossa sociedade, cuja estrutura e funcionamento está baseada no modelo taloyrista de produção, caracterizado por: divisão do tempo, especialização e distinção estanque das atividades, trabalho regularmente prescrito, hierarquia das funções, das disciplinas, dos trâmites, normas de desempenho, controles padronizados, produção em massa de produtos em série.

Como é possível a escola continuar no século XX e a sociedade, isto é, os alunos em 2012 no século XXI interagindo no Youtube, com games, no Facebook, no Twitter, navegando pela internet, ipad, ao celular?

De que forma a escola deve se transformar em um centro de inovação do pensar, da prática de ensino e da busca do saber de acordo com o século XXI ?

A palestra A Escola como Centro de Inovação vai responder essas questões.

Contrate esta palestra para o seu planejamento escolar: centrodestudos@centrodestudos.com.br

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A palestra Novos Modos de Ensinar/Aprender/Interagir , uma boa opção para o Planejamento de 2012, diz respeito a este novo mundo que estamos vivendo mas que  a escola  ainda não compreendeu.

Se visitarmos escolas privadas e públicas de todo o país vamos encontrar o mesmo: um prédio amplo dividido em salas destinadas ao estudo. Em geral possuem aproximadamente 30 m2, sendo que é reservado para cada aluno 1m2 e mais uns 3 m2 para o professor. Nessa sala de aula os alunos sentam um atrás do outro e o professor diante deles expõe o assunto do dia.

Esta organização espacial da sala de aula é idêntica àquela encontrada em 1928. Em um universo de 248.132 escolas brasileiras, talvez encontremos uma meia dúzia com diferente organização. E o tempo? Hora para estudar, hora de brincar no recreio, hora de usar o banheiro. Tudo igual também. Hora da aula de português, hora da aula de matemática, pagamento em hora/aula. Tempo do 1º ano do Ensino Fundamental, cuja duração encerra no final do ano letivo.

Ocorre que o mundo está longe de ser hoje como foi em 1928. O mundo mudou, mas a escola não. E daí que uma prática de ensino apoiada na fala do professor e atitude passiva dos alunos não tem mais lugar, porque esta geração de alunos que aí está interage todo o tempo em MSN, redes sociais, games. Produz, edita, distribui material em vídeos, textos e imagem. Constrói e vive em mundos virtuais. Uma geração que está inserida de forma participativa em uma enorme transformação social cada vez mais democrática, inclusiva e responsável socialmente.

 

O que fazer?

Promover um processo de ensino/aprendizagem interativo, com uso de recursos tecnológicos, próximo deste aluno do século XXI. E é sobre isso que a palestra Novos Modos de Ensinar/Aprender /Interagir propõe apresentar e discutir.

Contrate nossa palestra para o seu planejamento de 2013  aqui.

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28
ago

Ideb e os Municípios

por Sônia R. Aranha às 4:27 em: Educação, Política Educacional

É muito interessante observar o Ideb  (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) de 2009 dos municípios e encontrar muitos bons exemplos de políticas educacionais que estão atingindo os objetivos de qualidade e aqueles que ainda estão longe disso.  Fiquemos com dois exemplos:

Campinas e Jundiaí

Ao analisar os números de Campinas percebemos que os esforços não estão surtindo o resultado esperado, pelo menos para a minha expectativa enquanto educadora e cidadã. Vejamos:

O total do IDEB das escolas públicas municipais de Campinas:

     Ano de 2007       Ano de 2009
4a série/5o ano          4,7             4,7
8a série/9o ano           4,1            4,5

Em uma escala de 0 a 10, obter 4,7 é de fato inadmissível para um município que é um pólo universitário e científico. Realmente inaceitável. Se analisarmos cada escola é possível notar que apenas uma na 4ª série/5º ano superou a nota 6 que é a meta estabelecida como padrão pelo MEC para ser conquistada até 2020 e nenhuma escola na 8ª série/9º ano atingiu essa meta.

Além disso, não houve nenhuma mudança no índice da 4ª série/5º ano de 2007 para 2009.

O mesmo não se observa em Jundiaí .

          Ano de 2007          Ano de 2009
4a série/5o ano             5,3            5,8
8a série/9o ano             4,1            4,7

 Nas duas finalizações de etapas de ensino observa-se avanço significativo, mesmo quando se trata de um baixo índice como o verificado na 8ª série/9º ano.

O que faz uma rede de ensino municipal sair de sua zona de conforto e reagir aos inevitáveis dados oriundos da pesquisa do Ideb?

Segundo a pesquisa Caminhos do Direito de Aprender , realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) , cujo objetivo foi o de saber quais foram os motivos para que houvesse avanço no Ideb de 2005 para 2007 em 26 municípios. Os fatores do sucesso foram:

 1) Política Educacional: para os municípios pesquisados o fator decisivo foi o compromisso e o envolvimento do prefeito e dos dirigentes educacionais no processo de mudança no Ideb de 2005 para 2007. Nessas redes, as equipes técnicas das secretarias de Educação voltaram suas ações para apoiar as escolas e garantir melhor aprendizagem para todos – e cada um de seus alunos. Esses esforços foram identificados tanto em municípios com mais de 100 mil habitantes quanto nos de menos de 10 mil habitantes.

O caráter catalisador da gestão municipal manifestou-se de três formas:

Pela capacidade do gestor de integrar as práticas e mobilizar os diversos atores comprometidos com a melhoria da aprendizagem.

Pelo foco colocado no planejamento e acompanhamento de tais ações e práticas, de modo a orquestrá-las com um objetivo comum.

Pela gestão democrática, que leva ao envolvimento de todos os segmentos da sociedade nesse processo de planejamento e monitoramento.

 2) Formação de Professores : outro fator de sucesso  foi a promoção de cursos de formação contínua ou inicial. Dos 26 municípios pesquisados, 23 citaram a formação continuada como fator importante para o avanço dos resultados do Ideb. 

3) Práticas Pedagógicas: nos municípios pesquisados, as práticas pedagógicas também apareceram com destaque para explicar os avanços do Ideb. As estratégias que, segundo os entrevistados, mais impactaram nos resultados foram:

  • Atendimento às necessidades específicas dos alunos, com atividades de reforço ou complementares ao turno regular;
  • Priorização de atividades relacionadas à leitura e à escrita;
  • Diversificação das práticas para estimular a aprendizagem;
  • Monitoramento das ações e dos resultados, por meio de um acompanhamento contínuo do desempenho dos alunos.

4) Ambiente de Aprendizagem: a importância de se ter condições de trabalho satisfatórias e um ambiente adequado para viabilizar um projeto de educação de qualidade, embora esse não seja um fator que, isoladamente, garanta isso.

  • Ambiente colaborativo: a existência de troca e apoio mútuo;
  • Perfil dos profissionais: sua motivação, seu compromisso e sua responsabilidade.

Enfim, há exemplos de superação que deverão balizar as políticas educacionais de todos os municípios pelo simples fato de que nossos alunos têm o direito de aprender.

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