Foram aprovadas nesta segunda, 12/05, mais 6.052 novas bolsas de graduação sanduíche. Os estudantes serão alocados em instituições de excelência, em ordem de procura, no: Reino Unido, Austrália, Espanha, Canadá, Holanda, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Finlândia e Bélgica.

Para o caso da Bélgica os resultados são parciais, uma vez que o resultado para a Chamada do VLHUR será divulgado no início de junho. Todos os novos bolsistas receberão uma mensagem com as instruções de implementação da bolsa sendo obrigatória a leitura da Cartilha do Bolsista. Para saber o número de inscritos e contemplados nas chamadas acesse nosso quadro de concessões. Destes bolsistas, 983 serão financiados com recursos doados pela Petrobras e 253 pela Eletrobras.

A maioria dos estudantes começará suas atividades entre julho a setembro de 2014, sendo que parte deles, cerca de 30%, realizará cursos de aperfeiçoamento de idioma de até seis meses para posterior admissão nas Universidades.

Além dos dois semestres acadêmicos, nos quais o bolsista realizará disciplinas voltadas as áreas de engenharias, biológicas, saúde e exatas, todos receberão ofertas de estágio na universidade ou em empresas para aperfeiçoamento e interação em ambientes altamente competitivos e de inovação. Geralmente, o estágio é realizado no período de verão, podendo estender-se ao longo dos semestres.

Um evento de pré-partida já está marcado no Auditório do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq para o próximo 3 de junho com a presença de representantes das embaixadas, dos parceiros do programa e do MRE. Neste evento serão prestadas informações específicas a respeito dos países de destino, emissão de visto e orientações importantes advindas do Itamaraty e do CNPq. Mais informações serão divulgadas em breve.

O Ciência sem Fronteiras é uma iniciativa do Governo Federal com o apoio de diversas empresas, tais como: FEBRABAN, Eletrobras, VALE, Petrobrás, entre outras com objetivo de conceder 75.000 bolsas financiadas com recursos públicos e 26.000 bolsas financiadas com recursos privados.

Fonte: Equipe CsF

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Por Secom
Benefício contempla 18 áreas do conhecimento na modalidade graduação

O Programa Ciência sem Fronteiras abriu nesta semana o período para inscrições na modalidade graduação. No total, são 13.480 vagas abertas para 18 áreas do conhecimento científico e tecnológico em nove países. Os interessados podem efetuar a inscrição até julho de 2013, sendo que a data final depende do país de destino escolhido.

Os países envolvidos nas chamadas são: Alemanha (com 2.000 vagas previstas), Austrália (2.250 vagas previstas), Canadá (2.188 vagas previstas), Coreia do Sul (292 vagas previstas), Estados Unidos (2.000 vagas previstas), Finlândia (300 vagas previstas), Hungria (2.300 vagas previstas), Japão (150 vagas previstas) e Reino Unido (2.000 vagas previstas).

As bolsas serão concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC). O candidato deverá conferir a qual instituição direcionar-se, de acordo com o país de destino escolhido, na página do programa na internet.

Programa – O Ciência sem Fronteiras já implementou 22.229 bolsas em todas as modalidades Graduação, Doutorado e Pós-doutorado. O programa busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é dos Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Ministério da Educação, por meio de suas respectivas instituições de fomento, CNPq e Capes.

O projeto prevê a concessão de até 101 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação.

Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.

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