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Segundo estudos do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz entre os anos de 2000 a 2015 os sucídios de alunos de 10 a 14 anos aumentaram 65% e entre os alunos com 15 a 19 anos subiu 45%.
No mundo o suicídio é a segunda maior causa de morte. Neste ano de 2018 este assunto nunca objeto de estudos de pedagogos, professores ou escolas, tomou conta das salas de professores em função da morte de três alunos de escolas privadas famosas da capital paulista. Foram dois suicídios em mesmo colégio em um prazo de quinze dias. E distante de outro por meses. De modo que todos nós estamos a nos perguntar: o que podemos fazer diante deste problema?
A conclusão que a reportagem de Eliana Burm fez no periódico El Pais de 19 de junho de 2018: “se podemos fazer algo com a tragédia que é termos criado um mundo onde um número maior de adolescentes não se tornará adulto, é reaprendermos a viver em comunidade, redescobrirmos como tecer redes de cuidado mútuo. Isso não tira a responsabilidade individual. Ao contrário, a aumenta. Mas coloca a responsabilidade individual onde ela deve estar: fazendo “laço” com os outros. Fazendo junto.”
Diante disso, precisamos falar em suicídio, razão pela qual estou ministrando um curso que inicia em 2/07 para que professores, diretores e pais possam entender questões que envolvem o suicídio e também provocar a escola a pensar se o caminho que adotou, o do mercado, é o melhor caminho para que a sua missão e função social atinja seus objetivos.
O programa do curso:

Não deixe de reservar um tempo para estudar este assunto que é muito espinhoso e triste, porém absolutamente necessário nos dias atuais. Entre em contato, vamos estudar juntos: centrodestudos@centrodestudos.com.br

 

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