Arquivo de Educação

Nesta segunda-feira , 10/06/2013, entrou em vigor a Lei nº12.741/2012, que determina que notas e cupons fiscais emitidos no país tragam impresso o valor aproximado dos impostos cobrados sobre o preço final.

Os estabelecimentos que ainda não adaptaram seus sistemas para fazer o cálculo poderão, como alternativa, afixar em local visível os sete tributos embutidos no preço: ICMS, ISS, IPI, IOF, PIS/Pasep, Cofins e Cide.

Portanto, escolas particulares, atenção!! calculate

Peçam aos seus contadores para que discriminem os impostos que são recolhidos para que possam informar os pais.

Façam uma tabela de Demonstração e deixem-na na Secretaria ou Tesouraria da escola para que os pais possam vê-la. Ou na nota fiscal ou ainda no site da escola.

De qualquer forma será necessário saber que o valor das parcelas da anuidade é composto por impostos e estes impostos deverão ter a ciência dos pais.

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Por Secom

Meta da Campanha de Vacinação da Poliomelite é vacinar 12,2 milhões de crianças entre seis meses e menores de cinco anos

O Ministério da Saúde lançou no dia 04/06/2013  a 34ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Realizada em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Saúde, a meta é vacinar 12,2 milhões de crianças entre seis meses e menores de cinco anos, o que corresponde a 95% da população alvo de 12,9 milhões de crianças no país. A ação começa no próximo sábado (8), com o Dia D de mobilização nacional, e vai até 21 de junho.

Estão sendo distribuídas 19,4 milhões de doses da vacina oral para a poliomelite nos 115 mil postos abertos em todo o país para a vacinação. Para operacionalização da campanha, o ministério vai investir um total de R$ 32,3 milhões em repasses do Fundo Nacional de Saúde para os estados e municípios, sendo destinados R$ 13,7 milhões para aquisição das vacinas. Cerca de 350 mil pessoas estarão envolvidas na realização da campanha da poliomelite. Serão utilizados 42 mil veículos, entre terrestres, marítimos e fluviais.

No ano passado, foram vacinadas mais de 14 milhões de crianças, o que representou 99% do público-alvo. Desde 2012, o Brasil passou a realizar somente uma etapa exclusiva da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, no mês de junho. No ano passado, todas as crianças de até cinco anos incompletos participavam da campanha.

Neste ano, o público-alvo a ser vacinado na campanh de poliomelite é a partir dos seis meses, com a vacina oral (VOP), as chamadas gotinhas. Isso porque as crianças menores de 6 meses já estão sendo vacinadas com a injetável (VIP) nos postos de vacinação.

Os pais devem levar a caderneta de vacinação dos filhos para que o profissional de saúde possa avaliar a situação vacinal da criança. “Além da proteção contra a pólio, a campanha contribui para atualização do calendário de vacinação. Caso esteja faltando alguma vacina, os pais podem programar junto com o posto de saúde a melhor data para a criança tomar as doses que estão faltando”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Ou seja, de acordo com o cronograma do calendário básico de vacinação, a criança recebe as duas primeiras doses – aos dois e aos quatro meses – do esquema com a vacina inativada poliomielite (a VIP), de forma injetável. Já a terceira dose (aos seis meses) e o reforço (aos 15 meses) continuam com a vacina oral (a VOP).

Se a criança menor de cinco anos nunca tiver tomado nenhuma dose injetável, não tomará as gotinhas neste momento. Deverá iniciar o esquema vacinal com a injetável. Por esse motivo, o Ministério da Saúde recomenda que os estados e municípios disponibilizem também a injetável nas unidades básicas de saúde, embora nesta campanha sejam utilizadas as duas gotinhas. O objetivo é evitar que as crianças que estejam com o esquema vacinal contra a poliomielite atrasado percam a oportunidade de vacinação.

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Por Secom
Benefício contempla 18 áreas do conhecimento na modalidade graduação

O Programa Ciência sem Fronteiras abriu nesta semana o período para inscrições na modalidade graduação. No total, são 13.480 vagas abertas para 18 áreas do conhecimento científico e tecnológico em nove países. Os interessados podem efetuar a inscrição até julho de 2013, sendo que a data final depende do país de destino escolhido.

Os países envolvidos nas chamadas são: Alemanha (com 2.000 vagas previstas), Austrália (2.250 vagas previstas), Canadá (2.188 vagas previstas), Coreia do Sul (292 vagas previstas), Estados Unidos (2.000 vagas previstas), Finlândia (300 vagas previstas), Hungria (2.300 vagas previstas), Japão (150 vagas previstas) e Reino Unido (2.000 vagas previstas).

As bolsas serão concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC). O candidato deverá conferir a qual instituição direcionar-se, de acordo com o país de destino escolhido, na página do programa na internet.

Programa – O Ciência sem Fronteiras já implementou 22.229 bolsas em todas as modalidades Graduação, Doutorado e Pós-doutorado. O programa busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é dos Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Ministério da Educação, por meio de suas respectivas instituições de fomento, CNPq e Capes.

O projeto prevê a concessão de até 101 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação.

Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.

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Por Secom

Serão 39.724 vagas, em 1.179 cursos, oferecidos por 54 instituições de educação superior públicas integradas ao sistema

Os candidatos ao acesso à educação superior pública já podem conferir a oferta de vagas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação para este segundo semestre. As inscrições serão abertas na próxima segunda-feira (10). Ambiente virtual do Ministério da Educação (MEC), o Sisu seleciona estudantes com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Nesta segunda edição de 2013, cada estudante pode fazer até duas opções de curso. Serão 39.724 vagas, em 1.179 cursos, oferecidos por 54 instituições de educação superior públicas integradas ao sistema. As inscrições estarão abertas até dia 14.

“O Enem é a principal porta de entrada para o ensino superior. Agora os estudantes têm a segunda oportunidade do ano para participar do Sisu. Vale lembrar que as cotas também valem para esta seleção”, salientou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

O edital publicado nessa segunda-feira (3) estabelece que, a partir do dia 10, e ao longo do período de inscrições, a classificação parcial e a nota de corte dos candidatos serão divulgadas no portal do sistema na internet. Na mesma página, o estudante pode tirar dúvidas sobre nota de corte, datas das chamadas, período de matrículas nas instituições, resultados e lista de espera.

O sistema ainda permite ao estudante localizar cursos e vagas por meio de pesquisa com a indicação do município, da unidade da Federação e da instituição de ensino. É possível ainda saber em quais instituições estão as vagas pretendidas.

Cronograma – No próximo dia 17 será divulgado o resultado final. A matrícula dos estudantes selecionados em primeira chamada deve ser feita nos dias 21, 24 e 25. Os selecionados com base na segunda opção de curso ou que não atingirem a nota mínima em nenhum dos dois cursos escolhidos podem permanecer no sistema e ser convocados na chamada seguinte, a partir de 1º de julho. Quem não for selecionado em nenhuma das chamadas pode pedir inclusão em lista de espera.

Os aprovados na primeira opção de curso serão automaticamente retirados do sistema. Caso não façam a matrícula na instituição para a qual foram selecionados, perderão a vaga.

Os candidatos devem conferir a oferta de vagas na página do Sisu na internet. O Edital da Sesu nº5 define o processo de seleção unificada para o segundo semestre.

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04
jun

Escola nas Nuvens de Sugata Mitra

por Sônia R. Aranha às 21:11 em: Educação, informática

Dr.Sugata Mitra, ganhador do prêmio TED Prize, apresenta o seu maior desejo, o de construir uma Escola nas Nuvens por intermédio de um Ambiente de Aprendizagem Auto-Organizados (SOLE), sem professor, mas com um adulto que incentive as crianças pelo mundo a aprender.

Defensor de uma educação minimamente invasiva , ele considera que a época do conhecimento acabou e entramos na época da aprendizagem.

Assista o ousado projeto do Ph.D em Física e professor de Tecnologia Educacional da Escola de Educação , Comunicação e Ciências da Linguagem na Universidade de Newcastle , na Inglaterra.

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Por: SECOM

Secretarias estaduais e municipais de educação do país têm até 14 de junho para aderir ao programa

O prazo de adesão ao programa Atleta na Escola foi prorrogado. As secretarias estaduais e municipais de educação do país têm até 14 de junho para aderir ao programa. O dia 26 de junho é a data-limite para realização das etapas escolares e o dia 28 de junho o prazo final para divulgação dos resultados das competições, na página do programa na internet.

atleta

As novas datas foram ajustadas pelos ministérios da Educação, Esporte e Defesa – pastas integrantes do programa -, durante reunião de trabalho na Casa Civil, na última quarta-feira (29). O programa foi lançado no início do mês passado com o objetivo de descobrir talentos e transformá-los em atletas olímpicos. Neste ano, o foco será nas competições de atletismo. Os estudantes poderão disputar corrida de velocidade, resistência e salto.

Até agora, a parceria teve adesão de 10.878 escolas (privadas, municipais e estaduais) de 3.857 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. Uma equipe interministerial fez a avaliação desses resultados. “No balanço, tido como positivo pelos técnicos, cerca de 70% dos municípios brasileiros, assim como 50% das escolas representantes de todos os estados já efetivaram a adesão ao programa Atleta na Escola”, esclarece o diretor de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, André Arantes.

A meta do programa é a participação de 5 milhões de alunos entre 12 e 17 anos, de 20 mil escolas. Para esses centros de ensino, o Ministério da Educação fará repasse de recursos para a realização de competições pelas escolas, municípios, estados e Distrito Federal.

Etapas- Depois da etapa escolar, as competições irão evoluir para etapas municipais, estaduais e, por fim, uma competição nacional. Após as disputas, que terminam em novembro, serão selecionados jovens para treinamento de alto rendimento.

Está prevista a implantação, em 2014, de modalidades das Paraolimpíadas Escolares, além de arremesso (atletismo), judô e vôlei. Em 2015, será a vez do basquete e do handebol. Em 2016, as lutas entram no programa de competições.

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O neurologista Dr. Cícero Coimbra prescreve um tratamento revolucionário com vitamina D que cura a esclore múltipla, o reumatismo, a artitre,lúpus dentre tantas outras doenças autoimunitárias.

Contato com médicos: http://vitaminadporumaoutraterapia.wordpress.com/contatos-de-medicos/

Assista o documentário Vitamina D, por uma outra terapia , direção de Daniel Cunha portador de esclerose múltipla e beneficiário do mesmo tratamento.

O documentário surgiu da necessidade de compartilhar esse conhecimento com outros portadores, seus familiares e conhecidos, profissionais da saúde, estudantes de medicina e interessados em geral.

Assista o vídeo e depois conheça o blog Vitamina D, por uma outra terapia: http://vitaminadporumaoutraterapia.wordpress.com/

Créditos:

Direção e montagem: Daniel Cunha
Produção e direção de arte: Tunay Canepari
Fotografia e câmeras: Luiz Pires
Locução: Geraldo Barreto
Ilustração: Catarina Bessell
Trilha sonora original: Emiliano Cosacov
Correção de cor: Alexandre Cristófaro
Edição de áudio: Guilherme Vorhaas

Imagens Surf: Joyce Grisotto
Imagens Estúdio: Pablo Moreno (Estúdio 12×8)

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Em novembro de 2010 escrevi um post Caçada de Pedrinho e a falsa polêmica (aqui) a respeito da polêmica instaurada pela mídia diante de um Parecer CNE/CEB n°.15/2010 (aqui) do Conselho Nacional de Educação (CNE) e da Câmara de Educação Básica (CEB), desencadeado por uma denúncia feita pelo Prof. Antonio Gomes da Costa Neto sobre o teor racista do livro Caçada de Pedrinho do autor Monteiro Lobato.

Na ocasião meu post objetivava esclarecer que o CNE acatou uma denúncia do professor por ser pertinente e legal e prescreveu ações que atendem a legislação brasileira sem, no entanto, eliminar do acervo literário infantil de nossas escolas autor da importância de Monteiro Lobato, ao contrário do que divulgava a mídia.

Após dois anos da publicação do post Caçada de Pedrinho e a falsa polêmica, recebo do Prof. Leonardo F.Nascimento da IESP-UERJ ,o fruto de um estudo de sua autoria e de outros dois autores , Prof.Dr João Feres Junior da IESP-UERJ e da Profa.Dra. Zena Winona Eisenberg PUC Rio, o artigo : Monteiro Lobato e o Politicamente Correto , publicado pela Revista Dado, n.56, 1, pp. 55-92, 2013.

O estudo apresentado neste artigo, a meu ver, contribui com a reflexão de inúmeras questões de nossa contemporaneidade: o politicamente correto utilizado pela mídia, o poder político da palavra, o racismo da sociedade brasileira, a construção do espaço público, o significado da liberdade de expressão, dentre outros.

Segundo os autores Feres, Nascimento e Eisenberg o estudo demonstra , ” em desacordo com a opinião dominante na grande mídia, o caráter inegavelmente racista de vários trechos da obra de Lobato para o leitor contemporâneo, inclusive de sua literatura infantil; a necessidade fática da existência do politicamente correto em qualquer sociedade, principalmente nas sociedades democráticas contemporâneas e sua positividade moral; e, levando em conta os dados mais sólidos acerca do desenvolvimento cognitivo e moral humano, a inadequação da posição dominante na mídia e, em parte, dos pareceres do MEC, no que toca a questão do uso didático desse livro.

Leia o artigo: Monteiro Lobato e o Politicamente Correto

Sobre os Autores:

João Feres Júnior
IESP-UERJ
jferes@iesp.uerj.br
Professor de ciência política do IESP-UERJ, editor assistente da revista Contributions to the History of Concepts, coordenador no Brasil do Projeto de História Conceitual do Mundo Atlântico (Iberconceptos) e coordenador do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA). Trabalha atualmente com teoria política, políticas de ação afirmativa, relações raciais, estudos de mídia, teoria da história conceitual, e história dos conceitos de América, América Latina e civilização no Brasil e em outros países. É autor do livro A história do conceito de Latin America nos Estados Unidos, publicado em português (EDUSC 2005), espanhol (Editorial de la Universidad de Cantabria 2008), francês (Editions L’Harmattan 2010) e inglês (Nova Science 2010), e é coautor do livro Teoria política contemporânea: uma introdução. Foi co-organizador de seis outros livros, trêse história conceitual e três acerca das políticas de ação afirmativa.

Leonardo Fernandes Nascimento
IESP-UERJ
leofn@yahoo.com.br
Graduado em Psicologia, Mestre em Sociologia pela USP e Doutorando em Sociologia pelo IESP-UERJ. Atualmente desenvolve pesquisas sobre sociologia dos diagnósticos e sociologia computacional. Sua tese de doutorado tem como tema a construção do transtorno de estresse pós-traumático no Brasil.

Zena Winona Eisenberg
PUC-Rio
zena.eisenberg@gmail.com Doutora em Psicologia do Desenvolvimento Humano pela City University of New York (2006), pós-doutora no Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação (ProPEd) da UERJ (2008), é hoje Professora Assistente no Departamento de Educação da PUC-Rio. Atua principalmente nas áreas de aquisição de noções temporais, de conceitos, desenvolvimento da linguagem e do pensamento. É autora do livro From Now to Then: Parents and children talk about past and future (LAP Lambert Academic Publishing AG &

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O Ministério Público do Estado de São Paulo impetrou ação civil pública contra o Estado de São Paulo e o Município de Atibaia alegando que ambos requeridos estão impondo data de corte para o ingresso de crianças na Educação Infantil e no Ensino Fundamental não é previsto na Constituição Federal,portanto, ferindo o princípio da isonomia garantido por ela.

No Estado de São Paulo por intermédio da Deliberação CEE n.73/2008 a data-corte é 30/06 e no Município de Atibaia é 28/02.

O juiz Brenno Gimenes Cesca deferiu a ação em 2/05/2013 e concluiu a liminar da seguinte forma:

“Ante o exposto, julgo os pedidos procedentes para, tornando definitiva a tutela provisória (fls. 330/331), determinar aos requeridos que, sob pena de multa diária de R$ 500,00 por aluno não atendido:

a) permitam a matrícula de crianças que completarem, em qualquer data do ano letivo em curso, a idade padrão para a série correspondente nas etapas iniciais do ensino fundamental e/ou infantil;

b) providenciem, caso haja requerimento dois pais ou responsáveis legais interessados ou iniciativa do dirigente regional de ensino, reavaliação pedagógica, educacional e individual do aluno, para decisão de eventual ingresso ou transferência na série pretendida.”

justiça

Pois é meu leitor , pai e mãe de crianças nascidas após a data de 30/06 ou 28/02 (Atibaia), estamos com uma sentença, mas que não ajuda muito nossas crianças, porque se por um lado é para fazer a matrícula dos nascidos após a data-corte , por outro, a efetivação da matrícula fica vinculada a uma avaliação.

De modo que o item b acaba compromentendo o item a da sentença do Juiz Brenno, porque se a escola, ou mesmo uma rede de ensino, não quiser realizar a avaliação, que o juiz  esta a chamar de reavaliação, pronto acabou-se, daí os pais novamente terão que recorrer a Justiça com o mandado de segurança.

Para variar quem sai perdendo novamente são as crianças das escolas públicas. Porque é lógico que as redes de ensino municipal ou estadual não irão avaliar as crianças de modo a matricular centenas delas no 1o ano.Este procedimento incharia as redes e os Governos teriam certamente de ampliar o número de vagas , o que implicaria em aumentar o número de professores, aumentando os custos não previstos em orçamento.

E é claro que o juiz sabe disso , por isso uma decisão dúbia como esta.

Para as escolas particulares sopa no mel. Quem quererá perder alunos nesta altura do campeonato? Eu é que não iria querer perder alunos para a concorrência. De modo que será bom para as escolas particulares e para seus alunos.

Mas como a sentença é nebulosa há vários pontos de interrogação a serem esclarecidos, por isso continuaremos a buscar mais informações. Fique ligada (o)!

Leia a análise da advogada Dra. Claudia Hakim (aqui)

Leia a Sentença na íntegra (aqui)

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11
maio

Andreas Schleicher nos conduz ao teste PISA, uma avaliação global que classifica países, comparando-os entre si — e então usa esses mesmos dados para ajudar a melhorar as escolas.

Assista para descobrir onde o nosso país se enquadra e aprenda o fator singular que faz alguns sistemas superar os outros.

 

 

Transcrição da palestra no TED:

A abertura radical ainda é um futuro distante na área da educação escolar. Temos grandes dificuldades em compreender que o aprendizado não é um lugar, mas uma atividade.

Mas quero contar a vocês a história do PISA, o teste da OECD, que mede os conhecimentos e habilidades de adolescentes de quinze anos de idade, ao redor do mundo, e é realmente uma história sobre como as comparações internacionais globalizaram a área da educação, a qual geralmente tratamos como um assunto de política interna.

Vejam como o mundo era nos anos 60, no que diz respeito à proporção de pessoas que completaram o ensino médio. Vocês podem ver os Estados Unidos à frente de todo mundo, e muito do sucesso econômico dos Estados Unidos deve-se à sua superioridade, de longa data, como pioneiro na educação. Mas nos anos 70, alguns países alcançaram os EUA. Nos anos 80, a expansão global do grupo de talentos continuou. E o mundo não parou nos anos 90. Então, nos anos 60, os EUA eram os primeiros. Nos anos 90, eram o décimo terceiro, e não porque os padrões diminuíram, mas porque houve um avanço muito mais rápido em outros lugares.

A Coreia nos mostra o que é possível realizar em educação. Duas gerações atrás, a Coreia tinha o padrão de vida do Afeganistão de hoje, e tinha um dos piores desempenhos em educação. Hoje, todo jovem coreano termina o ensino médio.

Então, isso nos mostra que, na economia global, o desenvolvimento nacional não é mais referência de sucesso, mas o melhor desempenho dos sistemas educacionais, em nível internacional. O problema é que mensurar quanto tempo as pessoas gastam na escola, ou que diploma elas têm, nem sempre é a melhor maneira de avaliar o que elas, de fato, podem fazer. Vejam a mistura tóxica de graduados desempregados em nossas ruas, enquanto os empregadores dizem que não conseguem contratar pessoas com as habilidades de que precisam. E isso nos mostra que melhores diplomas não significam, necessariamente, melhores habilidades, melhores empregos ou melhores vidas.

Então com o PISA, tentamos mudar isso, mensurando o conhecimento e as habilidades das pessoas de forma direta. E partimos de uma perspectiva bem específica. Estávamos menos interessados na capacidade dos alunos de reproduzir o que aprenderam na escola, e mais em avaliar se eles são capazes de utilizar o conhecimento que possuem, aplicando esse conhecimento em situações novas. Algumas pessoas nos criticaram por isso, dizendo que essa maneira de medir resultados é muito injusta com as pessoas, pois avaliamos alunos com problemas que nunca haviam visto antes. Mas, sabe, se pararmos para pensar, veremos que a vida é injusta, pois o verdadeiro teste da vida não é se podemos nos lembrar do que aprendemos na escola, mas se estamos preparados para mudança, se estamos preparados para empregos que ainda não existem, para usar tecnologias que ainda não foram inventadas, para resolver problemas que não podemos antecipar hoje.

E depois de muito contestada, nossa maneira de medir resultados, na verdade, se tornou rapidamente o modelo. Em nossa última avaliação em 2009, medimos setenta e quatro sistemas escolares que, juntos, somavam 87% da economia. Este gráfico demonstra o desempenho dos países. Em vermelho, um pouco abaixo da média da OECD. Amarelo é mais ou menos, e em verde estão os países que estão muito bem. Podemos ver Xangai, Coreia e Cingapura, na Ásia; Finlândia, na Europa; Canadá, na América do Norte, se saindo muito bem. Vocês podem ver também que há uma diferença de quase três anos escolares e meio, entre alunos de quinze anos de Xangai e do Chile, e a diferença aumenta para sete anos escolares, ao incluir países com desempenho muito ruim. Há uma enorme discrepância na maneira pela qual os jovens são preparados para a economia atual.

Mas quero apresentar um outro aspecto importante nesse quadro. Os educadores gostam de falar sobre igualdade. Com o PISA, queríamos medir como eles oferecem essa igualdade, em termos de assegurar que pessoas de diferentes origens sociais tenham oportunidades iguais. E notamos que, em alguns países, o impacto da origem social nos resultados do aprendizado é muito forte.

As oportunidades não são distribuídas igualmente. O potencial de muitas crianças é desperdiçado. Vemos em outros países que o contexto social em que se nasce é muito menos importante. Todos queremos estar ali, no quadrante direito superior, onde o desempenho é alto e as oportunidades de aprendizado são distribuídas igualmente. Ninguém, ou país algum, pode se contentar em estar ali, onde o desempenho é baixo e há disparidades sociais enormes. E daí podemos debater: é melhor estar ali, onde o desempenho é alto às custas de grandes disparidades, ou é melhor enfocar a igualdade e aceitar a mediocridade?

Na verdade, ao observar como os países aparecem nesse quadro, vemos que há muitos países que realmente combinam excelência com igualdade. De fato, uma das lições mais importantes dessa comparação é que não é preciso comprometer a igualdade para alcançar a excelência. Esses países deixaram de oferecer excelência apenas a alguns, para oferecer excelência a todos, uma lição muito importante. E isso desafia também os paradigmas de muitos sistemas escolares que creem ter, essencialmente, o papel de escolher pessoas. E desde que esses resultados foram divulgados, políticos, educadores, pesquisadores de todo o mundo tentaram decifrar o que está por trás do sucesso desses sistemas.

Mas vamos voltar por um instante, e falar dos países que, na verdade, deram início ao PISA. Eles aparecem agora como círculos coloridos. E estou deixando o tamanho do círculo proporcional ao volume de dinheiro que eles gastam com alunos. Se dinheiro fosse tudo, no que diz respeito à qualidade dos resultados do aprendizado, encontraríamos os círculos maiores na parte de cima, certo? Mas não é isso o que se observa. O gasto por aluno explica apenas cerca de menos de 20% da variação de desempenho entre os países. Luxemburgo, por exemplo, o sistema mais caro, não se sai muito bem. O que se observa é que dois países com gasto similar alcançam resultados muito diferentes. Observa-se também — e acho que é uma das descobertas mais animadoras — que não vivemos mais num mundo nitidamente dividido entre países ricos e com boa educação, e países pobres e com educação ruim. Uma lição muito importante.

Vamos observar isso em maiores detalhes. O ponto vermelho mostra o gasto por aluno em relação à riqueza do país. Uma maneira de se gastar dinheiro é pagando bem aos professores, e na Coreia se observa um grande investimento para atrair os melhores profissionais para a docência. A Coreia também investe em escolas de tempo integral, o que aumenta mais os gastos. E por último, os coreanos querem que seus professores não apenas ensinem, mas também se desenvolvam. Eles investem em desenvolvimento profissional e colaboração, e muitas outras coisas. Tudo isso custa dinheiro. Como a Coreia pode custear tudo isso? A resposta é que os alunos coreanos estudam em turmas maiores. É a barra azul, que puxa os custos para baixo. Vamos ao próximo país da lista, Luxemburgo, e percebemos que o ponto vermelho está no mesmo nível da Coreia, pois Luxemburgo tem o mesmo gasto por aluno que a Coreia. Mas, sabe, pais, professores e políticos, em Luxemburgo, gostam de turmas pequenas. Sabe, é muito agradável entrar numa classe pequena. Então, eles investiram todo seu dinheiro nisso, e a barra azul, tamanho da turma, puxa os custos para cima. Mas mesmo Luxemburgo não tem dinheiro de sobra, e o preço disso é que os professores não são pagos muito bem. Os alunos não têm muitas horas de aprendizado. Basicamente, os professores têm pouco tempo para fazer qualquer coisa além de lecionar. Então, é possível ver dois países gastarem de forma muito diferente, e, na verdade, a maneira como gastam seu dinheiro é muito mais importante do que o quanto investem em educação.

Vamos voltar ao ano 2000. Lembrem-se, foi um ano antes de o iPod ser inventado. Era assim que o mundo era naquela época, em termos de desempenho no PISA. A primeira coisa que se observa é que os círculos são bem menores, não? Gastávamos muito menos em educação, cerca de 35% a menos. Então, pergunte a si mesmo: se a educação se tornou tão mais cara, ela se tornou melhor? E a triste verdade é que, sabe, não em muitos países. Mas há alguns países que experimentaram um avanço impressionante. A Alemanha, o meu país, no ano 2000, estava no quadrante inferior, abaixo da média de desempenho, com grandes disparidades sociais. E, lembrem-se, a Alemanha era um desses países que se saem muito bem, quando consideramos apenas pessoas com diplomas. Resultados decepcionantes. As pessoas ficaram pasmas com os resultados. E pela primeira vez, o debate público na Alemanha girou, durante meses, em torno da educação, não impostos ou outros assuntos, mas a educação era o centro do debate público. Então, os políticos começaram a reagir a isso. O governo federal aumentou drasticamente o investimento em educação. Muito foi feito para ampliar as oportunidades dadas a alunos de origem imigrante ou em desvantagem social. E o mais interessante é que não foi apenas uma questão de otimização de políticas já existentes, mas os dados mudaram algumas das crenças e paradigmas que eram o alicerce da educação alemã. Por exemplo, tradicionalmente, a educação infantil era vista como coisa de família, e havia situações em que mulheres eram vistas como negligentes em suas responsabilidades familiares, quando mandavam seus filhos para o jardim de infância. O PISA transformou esse debate, e colocou a educação pré-escolar bem no centro da política pública na Alemanha. Ou, tradicionalmente, a educação alemã divide as crianças, aos dez anos de idade, muito novas ainda, entre as destinadas a seguir carreiras de trabalho intelectual, e aquelas que acabariam sendo empregadas dos primeiros, e isso com base, essencialmente, em aspectos socioeconômicas, e esse paradigma também está sendo contestado agora. Muitas mudanças.

A boa notícia é que, nove anos depois, é possível ver avanços em qualidade e igualdade. As pessoas assumiram o desafio, e fizeram algo a respeito.

Ou, vejamos a Coreia, na outra extremidade do espectro. No ano 2000, a Coreia já estava muito bem, mas os coreanos temiam que apenas uma pequena parcela de seus estudantes alcançassem os níveis mais altos de excelência. Eles assumiram o desafio, e a Coreia foi capaz de dobrar a proporção de estudantes que alcançam a excelência no campo da leitura, em uma década. Bem, ao enfocar apenas os alunos mais brilhantes, o que acontece é que as disparidades aumentam, e é possível ver esse círculo se movendo levemente para outra direção, mas mesmo assim, um avanço impressionante.

Uma grande reforma na educação da Polônia ajudou a reduzir drasticamente o desnível entre escolas, a mudar muitas escolas com baixo desempenho, e aumentar o desempenho em mais de meio ano escolar. E é possível ver outros países também. Portugal foi capaz de consolidar seu sistema escolar fragmentado, aumentar a qualidade e melhorar a igualdade, assim como a Hungria.

Então, é possível ver que aconteceram muitas mudanças. E mesmo essas pessoas que reclamam e dizem que a posição relativa dos países em algo como o PISA é apenas um produto da cultura, de fatores econômicos, de questões sociais, da homogeneidade de suas sociedades, e assim por diante, essas pessoas, agora, devem admitir que a melhoria da educação é possível. Sabe, a Polônia não mudou sua cultura. Não mudou sua economia, não mudou a composição de sua população. Não demitiu professores. A Polônia mudou sua política educacional e sua prática. Muito impressionante.

E tudo isso, é claro, levanta a questão: o que podemos aprender desses países no quadrante verde, que alcançaram níveis altos de igualdade, de desempenho, e aumentaram os resultados? E, claro, a questão é: o que funciona num contexto pode servir de modelo para outro contexto? É claro, não se pode copiar e colar sistemas educacionais por atacado, mas essas comparações têm identificado uma gama de fatores que sistemas de alto desempenho têm em comum. Todo mundo concorda que educação é importante. Todo mundo diz isso. Mas o teste da verdade é: como pesamos essa prioridade em relação a outras prioridades? Como os países pagam a seus professores, em comparação com outros trabalhadores qualificados? Você gostaria que seu filho se tornasse professor, ao invés de advogado? Como a mídia fala sobre escolas e professores? Essas são questões cruciais, e o que aprendemos com o PISA é que, em sistemas educacionais de alto desempenho, os líderes convenceram seus cidadãos a fazer escolhas que valorizam a educação, seu futuro, mais do que o consumo, hoje. E sabem o que é interessante? Vocês não vão acreditar, mas há países em que o lugar mais atrativo não é o shopping center, mas a escola. Essas coisas existem de verdade.

Mas valorizar a educação é só uma parte do quadro. A outra parte é acreditar que todas as crianças são capazes de ter sucesso. Há alguns países onde os estudantes são segregados desde cedo. Sabe, os estudantes são divididos, refletindo a crença de que apenas algumas crianças podem alcançar os melhores padrões do mundo. Mas, geralmente, isso está ligado a disparidades sociais muito fortes. Se você vai ao Japão, na Ásia, ou à Finlândia, na Europa, os pais e professores, nesses países, esperam que todo estudante seja bem sucedido, e é possível ver isso refletido no comportamento do aluno. Quando perguntamos aos estudantes o que é necessário para ter sucesso em matemática, estudantes, na América do Norte, normalmente responderiam: “Sabe, é uma questão de talento. Se não nasci sendo um gênio na matemática, é melhor estudar outra coisa.” Nove em cada dez estudantes japoneses dizem que isso depende de meu próprio investimento, meu próprio esforço, e isso diz muito sobre o sistema que os cerca.

No passado, estudantes diferentes eram ensinados de forma parecida. Os que têm melhor desempenho no PISA abraçam a diversidade, com práticas pedagógicas diferenciadas. Eles percebem que estudantes comuns têm talentos extraordinários, e eles personalizam as oportunidades de aprendizado.

Os sistemas de alto desempenho também compartilham padrões claros e ambiciosos, em todo o espectro. Todo estudante sabe o que importa. Todo estudante sabe o que é preciso para ser bem sucedido.

E em lugar nenhum a qualidade do sistema educacional supera a qualidade de seus professores. Os sistemas de alto desempenho são muito cuidadosos em como recrutam e selecionam seus professores, e em como os treinam. Eles se preocupam em melhorar o desempenho dos professores que estão tendo dificuldade, e em estruturar o salário do professor. Eles proporcionam um ambiente em que os professores trabalham juntos na construção de boas práticas. E disponibilizam meios inteligentes para que os professores cresçam em suas carreiras. Em sistemas escolares burocráticos, os professores geralmente são deixados sozinhos em salas de aula, com um monte de regras quanto ao que devem ensinar. Sistemas de alto desempenho são muito claros a respeito do que é um bom desempenho. Eles estabelecem padrões muito ambiciosos, mas capacitam seus professores a decidir: o que eu preciso ensinar aos meus alunos hoje? No passado, educação tinha a ver com repasse de conhecimento. Agora, o desafio é possibilitar o conhecimento autogerado. Os sistemas de alto desempenho mudaram de formas administrativas de gestão e controle — ou seja, como saber se as pessoas estão fazendo o que tem de fazer, na educação — para formas profissionais de organização de trabalho. Eles permitem que seus professores façam inovações na pedagogia. Os professores contam com o tipo de desenvolvimento que precisam para criarem práticas pedagógicas mais fortes. O objetivo do passado era a padronização e submissão. Os sistemas de alto desempenho tornaram seus professores e diretores escolares criativos. No passado, o foco político estava nos resultados, em providências. Os sistemas de alto desempenho ajudaram os professores e diretores escolares a observar o professor vizinho, a escola vizinha, que estão ao seu redor.

Os resultados mais impressionantes dos sistemas de alto nível se devem ao fato de alcançarem alto desempenho no sistema como um todo. Vimos a Finlândia indo muito bem no PISA, mas o que torna a Finlândia mais impressionante é que há somente 5% de variação de desempenho entre estudantes de escolas diferentes. Todas as escolas são bem sucedidas. É assim que o sucesso torna-se sistêmico. E como eles fazem isso? Eles investem recursos onde eles podem fazer maior diferença. Eles atraem os diretores mais fortes para as escolas mais difíceis, e os professores mais talentosos para as salas de aula mais desafiadoras.

Por último, esses países alinham políticas em todas as áreas de política pública. Eles fazem com que sejam coerentes, por longos períodos de tempo, e asseguram que tudo seja consistentemente implementado.

Agora, conhecer o que os sistemas bem sucedidos estão fazendo ainda não nos mostra como melhorar. Isso também está claro. Aí é que surgem alguns dos limites nas comparações internacionais do PISA. É onde outras formas de pesquisa precisam intervir, e é também a razão pela qual o PISA não se aventura em dizer aos países o que eles devem fazer, mas sua força reside em dizer a eles o que todo mundo está fazendo. E o exemplo do PISA mostra que os dados podem ser mais poderosos que o controle administrativo de subsídio financeiro, pelo qual os sistemas educacionais são conduzidos.

Sabe, algumas pessoas argumentam que mudar a administração educacional é como mover cemitérios. Você não pode contar com as pessoas de lá para ajudá-lo a fazer isso. Mas o PISA mostrou o que é possível na educação. Ele ajudou países a ver que a melhoria é possível. Ele eliminou as justificativas daqueles que são complacentes. E ele ajudou países a estabelecer alvos significativos, em termos de objetivos mensuráveis alcançados pelos líderes mundiais. Se pudermos ajudar toda criança, todo professor, toda escola, todo diretor, todo pai a ver que é possível melhorar, que apenas o céu é o limite para a melhoria da educação, então criamos o alicerce para políticas melhores e vidas melhores.

Obrigado.

(Aplausos)

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