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04
jun

Escola nas Nuvens de Sugata Mitra

por Sônia R. Aranha às 21:11 em: Educação, informática

Dr.Sugata Mitra, ganhador do prêmio TED Prize, apresenta o seu maior desejo, o de construir uma Escola nas Nuvens por intermédio de um Ambiente de Aprendizagem Auto-Organizados (SOLE), sem professor, mas com um adulto que incentive as crianças pelo mundo a aprender.

Defensor de uma educação minimamente invasiva , ele considera que a época do conhecimento acabou e entramos na época da aprendizagem.

Assista o ousado projeto do Ph.D em Física e professor de Tecnologia Educacional da Escola de Educação , Comunicação e Ciências da Linguagem na Universidade de Newcastle , na Inglaterra.

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O PROUCA, Programa Um Computador por Aluno, instituído pela Lei nº 12.249, de 11 de junho de 2010 começou a ser praticado. A fase experimental do programa ocorreu em 2007 e atendeu São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Piraí (RJ) e Palmas. Agora, segundo o MEC, os municípios do Rio de Janeiro, Uberaba e São Bernardo do Campo foram os primeiros “a aderir à ata de preço do Ministério da Educação que possibilita a compra de computadores portáteis para estudantes das redes públicas, dentro do Programa Um Computador por Aluno (Prouca).” aqui

Rio de Janeiro comprará 112 mil computadores portáteis atendendo 20% de sua rede municipal , Uberada 1.020 e São Bernardo do Campo 15 mil para os alunos e 5 mil para os professores de 69 escolas.

 Ainda é muito pouco, porém é um começo.

 O computador portátil possui “quatro gigabytes de armazenamento, 512 megabytes de memória, tela de cristal líquido de sete polegadas, bateria com autonomia mínima de três horas e peso de até 1,5 quilograma. É equipado para rede sem fio e conexão de internet, além de itens de segurança.” O preço gira em torno de 200 dólares.

 A tendência daqui pra frente será o uso de recursos tecnológicos nas escolas públicas: data-show, laptop, pem-drive, máquina digital, lousa digital, carteiras eletrônicas, animação em 3D, dentre outros.   

Porém, há um grande desafio a ser vencido: parte significativa dos professores não gosta , não sabe e não usa sequer e-mail com desenvoltura. É importantíssimo que ao adquirir os computadores ou outros equipamentos seja oferecido aos professores um Programa de Formação de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação visando construir habilidades e competências para operar:

  • Computadores pessoais (portáteis ou não)
  • Adicionar e Remover Programas
  • Escolher Navegador de Internet
  • Uso do Windows e Linux
  • Câmeras de vídeo e foto ou webcams
  • Gravação doméstica de CDS e DVDs
  • Suporte para guardar e portar dados – pen drive e assemelhados
  • Vídeos – captação, exibição e edição
  • Foto – captação, exibição e edição
  • Digitalização de Imagens (scanners)
  • Impressão de Documentos
  • Som Digital  
  • Programa de edição e exibição de apresentações gráficas
  • Editor de Texto
  • Internet
  • Correio eletrônico
  • Websites
  • Blogs
  • Sistemas de Buscas
  • Mapas e Localizações Geográficas Virtuais
  • Bibliotecas Virtuais das Universidades Públicas
  • Conteúdos de Domínio Público – livros, partituras, etc…
  • Telefonia Móvel
  • TVs por assinatura – a cabo e por antena parabólica
  • TVs digitais
  • Lista de discussões
  • Redes Sociais e Colaborativas
  • Tecnologia sem fio ou wireless
  • Livros eletrônicos – Ipad -Sony Reader –Kindle
  • Vídeos Games
  • Lousa Digital

 Esses seriam, a meu ver,  os possíveis itens de um programa de formação  que promoveria conhecimento do professorado na área de novas tecnologias de informação e comunicação visando possibilitar  atividades pedagógicas desenvolvidas em sala de aula utilizando  tais recursos.

 As escolas particulares, no entanto, enfrentarão um duplo desafio: capacitar seus professores e, ao mesmo tempo, investir neses novos recursos tecnológicos já que o PROUCA objetiva promover a inclusão digital nas escolas das redes públicas de ensino federal, estadual e municipal e para as escolas sem fins lucrativos de atendimento a pessoas com deficiência. 

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Um aluno da Faculdade de Química da Unesp em Araraquara, Manoel Guerreiro, criou um game para um simulado de química “baseado no antigo jogo de indiano Pachisi, no qual o objetivo principal é chegar até o final do tabuleiro respondendo corretamente as questões de química que aparecerão pelo percurso”.

A iniciativa é bastante importante porque demonstra que há, por parte desta nova geração, preocupação com o material didático disponível nas escolas de Educação Básica que em geral é composto por livros didáticos.

O game Ludo Químico é de fácil manuseio: basta realizar o download de forma gratuita e iniciar jogando um dado, cujo resultado levará o pião a se mover pelo tabuleiro. Se o pião parar em um barril de produtos químicos radioativos uma janela é aberta apresentando, para o participante do jogo, uma questão de química de múltipla escolha. Se acertar, o participante segue o caminho, se errar volta um passo para trás. Quem atingir o final do tabuleiro e tiver mais pontos ganha o jogo.

A metodologia pedagógica que sustenta o game é tradicional, a mesma que orienta a maioria de exames vestibulares, no entanto, o suporte contribui para iniciarmos uma conversa sobre a construção de materiais didáticos de acordo com o século XXI.

Os professores de química do Ensino Médio já podem contar com este game para motivar os estudos dos alunos. Para isso, o gestor escolar pode baixar o game nos computadores do laboratório de informática de forma gratuita e disponibilizá-los na aula de química.

Assista a entrevista com o Manoel Guerreiro concedida para a Record News em janeiro/2010 e depois entre no www.ludoquimico.com.br é baixe o seu game.

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