Arquivo de setembro, 2015

Laboratório oferece avaliação gratuita de alunos com sinais de superdotação e altas habilidades

Por : Universidade Federal de Minas Gerais

Professores que identifiquem sinais de superdotação e altas habilidades em seus alunos podem entrar em contato com o Laboratório de Avaliação das Diferenças Individuais (Ladi), do Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), para agendar sessões gratuitas de avaliação e diagnóstico.

Entre os sinais de superdotação, destacam-se alfabetização precoce, vocabulário rico e extenso, habilidade em cálculos muito acima da média, diferença significativa de desempenho escolar entre a criança e seus pares e extrema curiosidade.

Para agendar a avaliação, que ocorre durante quatro ou cinco encontros (um por semana), é necessária a autorização dos responsáveis pelo aluno. Todo o processo é gratuito e pode ser solicitado pelos telefones (31) 3409-6285 e (31) 9269-5204 ou pelo e-mail altashabilidadesufmg@gmail.com. As sessões são realizadas no Serviço de Psicologia Aplicada (SPA), localizado na Fafich.

Estudo longitudinal de inteligência e personalidade
Coordenado pela professora Carmen Flores-Mendoza, o Ladi se dedica à pesquisa e à prática da avaliação cognitiva e do desenvolvimento. Há 13 anos, seus pesquisadores começaram um estudo de longo prazo para avaliar a evolução da inteligência e da personalidade em crianças que estudavam no Centro Pedagógico.

A segunda fase da pesquisa será realizada neste ano e em 2016, com o objetivo de reavaliar os mesmos jovens. Para tanto, o Laboratório está tentando localizar os ex-alunos do CP voluntários da pesquisa para realizar nova rodada de testes.

 

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A Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) ajuizou, no Supremo Tribunal Federal (STF), a Ação de Inconstitucionalidade (ADI) 5357, com pedido de liminar, contra dispositivos do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015), norma que entra em vigor a partir de janeiro de 2016.

De acordo com a entidade, o parágrafo 1º do artigo 28 do estatuto prevê uma série de obrigações às instituições particulares de ensino regular no atendimento de todo e qualquer portador de necessidade especial, mas veda a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas no cumprimento dessas determinações.

“As exigências realizadas tornarão os valores necessários ao custeio na educação privada proibitivos, e dessa forma, comprometendo a existência da escola privada”, explica a confederação.

Para a Confenen, os dispositivos questionados também violam o principio da razoabilidade, além do artigo 208, inciso III, do texto constitucional, que prevê como dever do Estado o atendimento educacional aos portadores de necessidade especiais. “No momento em que a norma entrar em vigor, o Poder Público ou interessados poderão estar exigindo das escolas particulares aquilo que o próprio Estado não consegue cumprir”, ressalta a entidade.

Além da declaração de inconstitucionalidade, a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino pede concessão de liminar para suspender a eficácia dos dispositivos atacados até o julgamento do mérito da ação. O relator da ADI é o ministro Edson Fachin.

FS/CR


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