Arquivo de novembro, 2014

Tenho recebido muitos pedidos de ajuda com este problema:

*A pessoa perdeu seu certificado;
*Pretende requerer a 2ª via na escola que estudou;
*Mas onde está a escola? Desapareceu.

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Isso tem ocorrido com frequência e o que fazer diante deste caso?

1) Se a escola era uma escola autorizada na época que o aluno estudou e concluiu o ensino médio basta procurar a Secretaria de Educação do Estado , por intermédio de seus braços que dependendo do Estado tem um nome (Diretoria Regional de Ensino, Superitendência Regional de Ensino, Núcleo Regional de Ensino, etc..) que ela deverá fornecer ao aluno a 2ª via do certificado de conclusão do ensino médio porque guarda toda a documentação acadêmica da escola que fechou suas portas.

2) Porém, se a escola fechou porque foi descredenciada, a Secretaria de Educação, pelo menos a do Estado de São Paulo, tem exigido que os alunos prestem o ENEM e não fornecem a 2ª via do certificado, mesmo quando o aluno cursou o ensino médio e o concluiu antes do descredenciamento. E em outros Estados, solicitam que sejam submetidos a uma avaliação.

Se o seu caso é o segundo descrito acima vale a pena arriscar e recorrer a Justiça, afinal a escola tinha autorização quando você a frequentou antes do descredenciamento e,portanto, o certificado deveria ser válido.

Entre em contato centrodestudos@centrodestudos.com.br para que possamos indicar um advogado.


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10
nov

Um documentário sobre o reconhecimento do atendimento em creche como um direito educacional das crianças brasileiras foi uma conquista da mobilização da sociedade civil, em especial das mulheres, que nos anos 1980 foram à luta organizando unidades de atendimento e cobrando o Poder Público.

Um pouco dessa história está neste mini-documentário Lugar de Criança – A Sociedade Civil e a Luta pelo Direito a Creche dirigido pela jornalista Eliza Capai, que retrata, por meio de depoimentos de mulheres protagonistas desta luta, a história de três Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que oferecem serviço de creche em comunidades da periferia de São Paulo.

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A Secretaria Municipal de Educação realizou na Biblioteca Mário de Andrade o lançamento do Projeto Leituraço. A iniciativa promoveu, na Rede Municipal de Ensino, leituras simultâneas de obras africanas e afro-brasileiras entre os dias 3 e 14 de novembro – mês em que se comemora o Dia da Consciência Negra.

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A experiência de leitura envolverá cerca de 800 mil alunos de 1462 Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio (EMEFs), de Educação de Jovens e Adultos (EJA), Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos (EMEBS), Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs) e Centros de Educação Infantil (CEIs) diretas.

A abertura do evento de lançamento ficou a cargo do Secretário Municipal de Educação, Cesar Callegari, e do professor Fernando Almeida, diretor de Orientação Técnica da Secretaria (SME – DOT). Haverá uma apresentação cultural do grupo Escritureiros – Aventureiros da Escrita de Parelheiros, da zona sul.

Para a mesa de debates Literaturas Africanas e Afro-Brasileira: Análise, Crítica e Políticas de Incentivo à Cultura foram convidadas a escritora Heloísa Pires, doutora em Antropologia Social pela USP e o mestre em Sociologia pela Unicamp e formador do Núcleo Étnico–Racial da Secretaria Municipal de Educação, Vinebaldo Aleixo de Souza Filho. Eles discutirão sobre as literaturas africanas, afro-brasileira e o processo de análise dos títulos para o Projeto Leituraço.

O lançamento teve ainda relatos de práticas de duas unidades da Rede que já vêm realizando experiências com a literatura africana – o CEI Vila São João e a EMEF Sylvia Martins.

Sobre o projeto

Nas 567 escolas de Ensino Fundamental e Médio, de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e nas Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos (EMEBS), o Leituraço será uma experiência de leitura que envolverá cerca de 550 mil alunos.

Nessas unidades, a ação inédita compreenderá leituras que durarão 30 minutos, sempre na primeira aula do período, mobilizando estudantes e professores em ações simultâneas. Foram selecionados 13 títulos, divididos entre os três Ciclos do Ensino Fundamental: Alfabetização, Interdisciplinar e Autoral.

Já para os cerca de 250 mil alunos das 895 Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs) e Centros de Educação Infantil (CEIs)  , a Secretaria Municipal de Educação enviará outros dez títulos e os educadores farão sessões nas próprias salas com as crianças ao longo do período de aula.

As obras são:

Ciclo de Alfabetização
Betina, de Nilma Lino Gomes
As cores do mundo Lúcia, de Jorge Fernando dos Santos
O mundo no black power de Tayó, de Kiusam de Oliveira
Rapunzel e o Quibungo, de Cristina Agostinho e Ronaldo Simões Coelho
Você é livre, de Dominique Torres
Do outro lado tem segredos, de Ana Maria Machado
O príncipe medroso e outros contos africanos, de Anna Soler-Pont

Ciclo Interdisciplinar
Meu avô africano, de Carmen Lúcia Campos
Wangari Maathai: a mulher que plantou milhões de árvores, de Franck Prévot
Mestre gato e comadre onça, de Carolina Cunha

Ciclo Autoral
A cidade e a infância, de José Luandino Vieira
Kalahari: uma aventura no deserto africano, de Rogério Andrade Barbosa
O filho do caçador e outras histórias: dilema da África, de Andi Rubenstein e Madalena Monteiro

Educação Infantil
Menina bonita do laço de fita, de Ana Maria Machado
Kamazu, de Carla Caruso
Madiba, o menino africano, de Rogério Andrade Barbosa
Histórias africanas para contar e recontar, de Rogério Andrade Barbosa
Escola de chuva, de James Rumford
Os tesouros de Monifa, de Sonia Rosa
Histórias da Cazumbinha, de Meire Cazumbá e Maria Ange Bordas
As garras do leopardo, de Chinua Achebe com John Iroaganachi
O caraminguá, de Bia Bedran
Fuzarca, de Sonia Rosa

Fonte:  Secretaria Municipal de Educação

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